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sábado, 4 de maio de 2013
ROSA FERREIRA LIMA
CADEIRA Nº 10 DA ACADEMIA APODIENSE DE LETRAS QUE TEM COMO PATRONA, SUA IRMÃ CARMELITA FERREIRA LIMA
terça-feira, 23 de abril de 2013
sábado, 23 de março de 2013
CLXXVIII ANIVERSÁRIO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE APODI
ANOEL Ferreira Nobre, primeiro pesquisador do Estado do Rio Grande do Norte, na sua Breve Noticia, pág. 112 – 114, afirmava, em 1877, que “Alonso de Hojeda, acompanhado de Américo Vespucio e de João de La Cora, chegou a uma das Rocas do Rio Apodi, no dia 24 de junho de 1429, em virtude do que tomou o território o nome de – Missão de São João Batista do Apody. Apesar da resistência dos índios, o explorador Hojeda fundou os primeiros estabelecimentos da povoação. Em 1749, veio o capuchinho Frei Fidelis, verdadeiro apostolo, que, depois de catequizar os índios, levantou os marcos da civilização intelectual e material”.
Com esta opinião concorda Manoel Antonio Coriolano (almanaque do Rio Grande do Norte, 1895, e nas notas publicadas no Relatório do Governo. 1905) e Nonato Mota (Revista do Instituto, volume XVIII, pág. 45) parece admiti-la também.
“Coriolano, porém, vai mais adiante, apoiado na tradição, isto é, diz que ‘FREI FIDELIS”, capuchinho italiano, catequizou, em 1538, os índios payanazes, da grande raça tupy, e que, em 1580, o Missionário Frei Ângelo, o capuchinho, edificou a Igreja.
Contesta essa tradição, por inverossímil (que não parece verdadeiro, pouco provável), Antonio Bezerra de Menezes (Revista Trimensal do Instituto do Ceará, ano XV. 3º e 4º trimestres, pág. 183) e o coronel Elias Antonio Ferreira Souto (Assu, 25/11/1848 – Natal, 17/5/1906), (em notas que deixou a respeito, e publicou no Diário de Natal, em 1905).
As alegações destes últimos se fundam: 1º em que era impossível aos ditos exploradores terem, em 1499, subido o curso do rio Apodi, ou Jaguaribe, como era conhecido o rio Apody, nos mapas antigos; 2º que, só no ano seguinte, (1500), é que Pedro Álvares Cabral descobriu a nova terra; em 1530, Duarte Coelho fundou Iguarassú; João Tavares, em 1581, o presídio da Ilha da Gambôa (Parahyba) e Manuel Mascarenhas Homem, em 1598, explorou o Rio Grande do Norte, e não podia em 1538, Frei Fidelis ter catequizado os payanazes, nem Frei Ângelo, em 1580, portanto, só em 1710, chegaram ao Brasil capuchinhos que vieram substituir na catequese os padres franceses, cumprindo notar que, só em 1549, chegaram à nova terra os primeiros padres Jesuítas, em companhia de Thomé de Souza; 3º os índios não eram payanazes, mas, tapuyos da tribu dos payacús, consoante as datas de sesmaria; 4º que há engano quanto à missão de São João Batista do Apody, porque antes dela, houve a do Assu, que foi a primeira ao norte, a qual se seguiu a de Port’Alegre e só por fim a do Apodi.
Além da impossibilidade material de transporem o rio, quer nas enchentes do inverno, quer nas marés que só chegavam atéSanta Luzia, hoje, cidade de Mossoró, era totalmente impossível, concluem os opositores, que os exploradores conseguissem penetrar no sertão, primeiramente sem não passar por Mossoró, e segundo, sem não serem dominado então pelo selvagem indomesticável.
Robert Southey, (na sua História do Brasil, trad. Brasileira do dr. Luiz Joaquim de Oliveira Castro e Anoot. do Cônego Fernandes Pinheiro), atribui, porém, que o ponto alagado em que Hojeda, La Cosa e Vespucio tocaram, fica na embocadura do Apody, porque é a esse ponto que correspondem os 5 graus ao sul da latitude equinocial, de que fala o Roteiro dos mesmos exploradores.
Entretanto, Varuhagem, firmado nas informações de Américo Vespúcio, no Diário das Quatro Viagens, afirma que os 5 graus ao sul da linha equacionar correspondem ao delta do rio Assu (Ver. Do nosso Instituto Histórico, vol. 1º, pág. 24).
Como quer que seja, porém, sobre o território do Apodi (nome derivado de Poty, ou Pody, camarão, por causa da tribo que ali dominava, isto é, Potyguares, ou, aliás, da herva-pitum, fumo, que lá era cultivada), o que é indubitável é que, só nas eras de 1670, foi descoberto e colonizado esse território por Manoel Nogueira Ferreira e outros, que requereram ao governo da então Capitania a concessão das sesmarias, declarando que haviam dado seus regastes aos Tapuyos, para os domar, e as queriam provar, ainda com risco de suas próprias vidas e fazendas, pois “eram paragens que nunca os antigos povoaram”.
Obtida do capitão-mor Geraldo de Suny a concessão, a 19 de abril de 1680, confirmada pelo governo geral da Bahia, Roque da Costa Barreto (12 de fevereiro de 1682) começaram os donos dela Manoel Nogueira Ferreira e João Nogueira a explorar as terras situando gados à margem da lagoa Itahum, que significa Pedra preta.
Voltaram eles mais tarde à Capela de Nossa Senhora das Neves (Parahyba), de onde eram naturais, e dali, em 1685, regressaram às suas terras no Podi (ou simplesmente Pody, como chamavam); isto é, Manoel Nogueira, sua mulher D. Maria de Oliveira Corrêa. Seus irmãos João Nogueira e Baltazar Nogueira, com alguns escravos.
Ali se estabeleceram, então, fundando fazendas à margem direita da Lagoa de Itahú (ou Itahum), atual cidade de Itaú e junto a outra lagoa chamada Apanha-Peixe (que hoje pertence ao município de Caraúbas), mais precisamente na divisa entre os dois municípios.
De 1960 a 1698, os Nogueira foram vítimas de assaltos por parte dos Paiacús, que furtavam gados e assaltavam, travando-se lulas sanguinolentas, em uma das quase morreu o bravo Baltazar Nogueira. Abatidos os Nogueira, fugiram para o Jaguaribe, Ceará e queixaram se ao Governador da Bahia. A 17 de novembro de 1698, o ouvidor Marinho, encarregado pelo Governo para este fim, vilou os tapuyos na margem esquerda da Lagoa do Itahú, em um córrego da mesma lagoa, que tomou mais tarde o nome de Córrego das Missões de São João Batista.
Foi Manoel Nogueira Ferreira, donatário das sesmarias nomeado capitão-mor da Ribeira o dito ajudante Manuel Nogueira Ferreira, donatário das sesmarias.
Seguiu-se a cathequitazação dos selvagens pelos religiosos de Santa Tereza o território foi sendo, pouco a pouco, conquistado e explorado.
Após a expansão dos jesuítas e conseqüente localização da catequese, deu-se a criação do aldeamento civil dos índios, por alvará de 1758; todavia, não foi a vila instalada, porque o Juiz de Fora, dr. Miguel Carlos Caldeia de Pita Castello Branco, natural de Portalegre-Portugal, encarregado desse serviço, resolveu à vista dos pedidos dos moradores do Apody, em 1764, transferiu os índios dali para a Serra da Regente (Porta Alegre-RS) e ali cria a Vila; mas designou para patrimônio da nova Câmara, uma légua em quadro, as margens da lagoa do Apody, a qual fora doada aos índios pelo alvará régio de 23 de novembro de 1700 e confirmada pelo Juiz, Christovam Soares Reymão, em sentença de 3 de março de 1706, atual cidade do Apodi.
Em 3 de fevereiro de 1766 foi criada a Freguesia do Apodi, por Dom Francisco Xavier Aranha, do bospado de Olinda e Pernambuco.
O distrito de Apodi foi criado em 1766.
Só muitos anos depois, a 11 de abril de 1833, em sessão do Conselho Provincial, sob a presidência de Manoel Lobo de Miranda Henriques, foi criado o município e a vila do Apody, que foi confirmada a criação da Vila do Apodi pela lei provincial nº 23 de 23 de março de 1835, sancionada pelo então presidente Basílio Quaresma Torreão, que foi instalada no dia 9 de outubro de 1933, cuja instalação foi presidida pelo alferes Reinaldo Gaudêncio de Oliveira, vice-presidente da Câmara Municipal de Port’Alegre, os vereadores eleitos;
1 – João Nogueira da Silveira
2 – Padre Francisco Longino Guilherme de Melo
3 – Antonio Francisco de Oliveira
4 – Capitão Lourenço Alves de Oliveira
5 – Joaquim da Cunha Cavalcante, e
6 – João Freire da Silveira
VEJA NA ÍNTEGRA O TEOR DA LEI PROVINCIAL QUE ELEVOU A CATEGORIA DE VILA A POVOAÇÃO DE APODI
LEI PROVINCIAL Nº 18, DE 23 DE MARÇO DE 1835
Eleva à categoria de Vila o Distrito de Paz do Apody, desmembrada do de Port”Alegre.
Basílio Quaresma, Presidente da Província do Rio Grande do Norte: Faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembléia Legislativa Provincial Decretou e eu sanciono a Lei Seguinte.
Art. 1º - Fica desmembrada do município de Port”alegre e elevada a Vila, o Distrito de Paz de Apody
Art 2º - Os seus limites são pelo norte, com o de Mossoró, por uma linha que parte do cimo da Serra do Apody e chega ao sítio Pau do Tapuyo, inclusive, a leste, com o de Caraúbas, pelo riacho e Lagoa Apanha Peixe e riacho das capoeiras; ao sul, com o de Martins, pela fazenda dos Campos e Passagem de Onça, e toda a margem ocidental do Umary, e com o de Port’Alegre, pelo riacho da Gitarana; a oeste, com os de Iracema e Limoeiro (Ceará) pela chapada do Apody, nos lugares Figueiredo e Quebradas.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer que a cumpra e faça cumprir tão inteiramente como nela se contém. O Secrettário da Província a faça imprimir, publicar e correr. Cidade do Natal, 23 de março de 1835, décimo quarto da Independência e do Império.
Ass.: Basílio Quaresma Torreão.
OBS.: Projeto de Lei foi do deputado Elias Antonio, criava a vila e município de Apodi.
sábado, 16 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
FRANCISCO ROBERTO CARLOS MORAIS
05-03-2013 – Faleceu, em APODI FRANCISCO ROBERTO CARLOS DE MORAIS, conhecido por “ABEL” ,
que era membro do PSB, partido do vice-prefeito José Maria da Silva, causou
comoção em todos os secretários, especialmente em Paulo Viana, amigo pessoal do
contador, que acompanhou suas últimas horas de vida.
####ABEL#######
FRANCISCO ROBERTO CARLOS MORAIS, natural de
Apodi/RN, nascido no dia 24 de julho de 1967, filho de Francisco Bezerra de Morais e
Francisca das Chagas Morais, casado com Alana Sonara Alves Ferreira, filha de
José Ferreira Neto e Francisca Alves de Oliveira Neta, Bacharel em Ciências
Contábeis pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte.
sábado, 2 de março de 2013
HOMENAGEM AO DR. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO TRIGESIMO DIA DA SUA MORTE
TRIGESIMO DIA DA SUA MORTE
APODI-RN, 26 DE FEVEREIRO DE 2013.
Bom dia a todos aqui presentes.
Primeiro, quero
cumprimentar o senhor presidente dessa casa, vereador João Evangelista e ao
mesmo tempo agradecer pela a oportunidade que me concedeu com o apoio dos
demais vereadores o espaço da Câmara Municipal de Vereadores de Apodi, para que
eu possa fazer o uso da tribuna nesse momento.
Quero
cumprimentar a todos os vereadores aqui presentes, a começar pelas as jovens
simpáticas Vereadoras Hortência Regalado e Sonete Ferreira, além dos jovens
Vereadores Júnior Carlos, Genivan Varela, Angelo filho da amiga Daguimar, José
Filho Neto, Chico filho da saudosa dona Marinete, Costinha filho do amigo
Arnaldo Costa, os veteranos Vereadores Júnior Souza, Braulio Ribeiro, Nilson
Fernandes e Laete Oliveira.
Também
quero estender esse gesto a todos os funcionários dessa casa.
Senhoras e
Senhores aqui presentes.
Estou
aqui com a humildade de sempre e diante do “lume” de vossas excelências e desse
público que nos assistem neste momento, e de ouvintes através da Rádio Vale de
Apodi.
Em
nome dos meus parentes e amigos, que saúdo a todos os presentes e tecer aqui
algumas breves palavras em homenagem ao Dr. José da Silveira Pinto, que em 26
deste completou o trigésimo dia de sua morte.
Para
nós que cremos em Deus, a morte, na verdade, é cheia de vida, pois morre a noite
para nascer o dia. Morre a semente para nascer a flor. Morre o homem para o
mundo e nasce para Deus.
Portanto,
quem foi José da Silveira Pinto, o que ele representou em vida? A quem eu quero
enaltecer por ter tido o privilégio de conhece-lo de perto, a figura exemplar,
como cidadão, médico e político.
A seguir em anexo
Nome: José da Silveira Pinto
Filiação: Lucas Pinto e Adalgisa Pinto
da Silveira
Data de Nascimento: 30.04.1928
Naturalidade: Apodi/RN
Profissão: Médico
Dr. José da
Silveira Pinto casou-se com Maria Zilah Holanda Pinto há 54 (cinquenta e
quatro) anos, com quem teve três filhos (Magda Pinto Fernandes, Kátia Holanda
Pinto e Flávio Holanda Pinto), sete netos e um bisneto.
Profissionalmente, concluiu o curso de
Medicina na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 1954. Um ano antes, em
1953, ainda estudante de medicina, elegeu-se a Prefeito da cidade de Apodi/RN,
cuja assunção do cargo deu-se em 1953 até 1958.
Dando
continuidade ao seu múnus políticos, assumiu o cargo de Deputado Estadual por
dois mandatos consecutivos (1963 a 1971), representando, na Assembleia
Legislativa, os interesses de Apodi e parte da região do médio-oeste do Rio
Grande do Norte.
No plano da
Medicina, exerceu-a na Maternidade Claudina Pinto, por ele construída quando
empossado Prefeito de Apodi/RN, lugar em que acolhia, gratuitamente, a todas as
pessoas que manifestavam necessidade de atendimento médico.
Foi médico do
IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool); do INAMPS (Instituto Nacional da
Previdência Social); e da ETFRN (Escola Técnica Federal do Rio Grande do
Norte).
Aposentou-se há
22 (vinte e dois) anos como médico do Ministério da Saúde e do Ministério da
Educação. Como leitor tenaz, dedicou o seu tempo à leitura da sua gama de
livros, em especial ao estudo da história da civilização mundial.
Em razão dos
persistentes problemas cardíacos, enfrentou longos anos de dificuldades de
saúde, o que lhe fez receber, integralmente, a fiel dedicação da sua esposa,
Maria Zilah Holanda Pinto, que honrou, até o último suspiro, o seu sacrossanto
viés de lealdade e afetuosidade.
Faleceu
em Natal/RN aos 84 (oitenta e quatro) anos, no dia 26.01.2013, às 21h30min. O
seu enterro aconteceu no Cemitério Morada da Paz em 27.01.2013.
Dr. José da
Silveira Pinto, ou Dr. Zé Pinto como era popularmente mais conhecido pelas
pessoas, precisamente pelos os mais velhos de sua geração. Dr. José da Silveira
Pinto como Prefeito do município de Apodi e além dos distritos que pertenciam o
município de Apodi na época, como Felipe Guerra, Itaú e Severiano Melo, os
quais foram desmembrados de Apodi e se tornando municípios em 1963, por força
de decreto Lei do governo de então Governador Aluízio Alves.
Na
Gestão do então Prefeito Dr. José da Silveira Pinto, foi construída a Praça
Getúlio Vargas, a Maternidade Claudina Pinto e o inicio da construção do
Mercado Público. Além de outros benefícios de serventia a população do município
de Apodi e distritos aqui já citados por pertencerem a Apodi.
Na
época não existia arrecadação tributária nos molde de hoje, era poucos os
recursos financeiros ao município de Apodi, para as necessidades da época.
Como
médico o Dr. José da Silveira Pinto, dedicou a sua profissão atendendo no
município e nos distritos já citados, como Felipe Guerra, Itaú e Severiano
Melo. Atendia as pessoas não só em seu consultório mais nas residências das
pessoas, tanto local e na zona rural em seu transporte o Jippe por ele
dirigido. Consultava, fazia partos, pequenas cirurgias e dava mais os
medicamentos sem cobrar nada das pessoas que o procuravam.
Na
sua gestão conseguiu a instalação do posto de atendimento da L. B. A.,
localizado próximo a prefeitura de Apodi, hoje casa de cultura. No dito posto,
com atendimento de caráter social, atendia as pessoas carentes que o procuravam
por atendimentos, especialmente as mães gestantes e recém nascidos com
vestuários, leite em pó e acompanhamento de uma assistente social, na pessoa de
dona Albaniza Diogenes, já falecida.
Também
no posto da LBA, atendia com fornecimento de documentos civis, Registros de
nascimento e de casamento as pessoas necessitadas. Além de fornecimento de foto
3x4 para o título de Eleitor, o qual adotado pela justiça Eleitoral na época
como identificação da pessoa.
Criou
em 1951 a Associação Rural de Apodi, foi seu dirigente até se afastar para ser
candidato ao cargo de prefeito, onde contribui para o setor agropecuário do
município, por ser na época a região de produção de algodão, feijão, milho,
arroz e grandes criadores de gado em nossa região. Depois essa associação foi
denominada de Sindicato Rural de Apodi, tendo como dirigente o Sr. Leonildes
Marcolino da Costa, o qual se afastou em 2009 por motivo de saúde, hoje o seu
presidente é o Sr. Antonio Evandi de Souza.
Foi
deputado estadual por duas vezes, durante as gestões dos governos de Aluízio
Alves, Monsenhor Walfredo Gurgel e parte do governo de Cortez Pereira.(1963 a
1971).
Dr.
José da Silveira Pinto, filho do ex-coronel Lucas Pinto a maior liderança política
inconteste do município de Apodi e da região do Estado do Rio Grande do Norte
por mais de 40 anos. O coronel Lucas Pinto o político que deixou o exemplo, que
aprendeu com o ex-presidente Getúlio Vargas, politicamente astuto, era hábil,
falava pouco, preferia ouvir mais as pessoas para depois tomar as decisões políticas,
ou seja, tirava as meias dos pés sem tirar os sapatos dos pés. Sempre com
humildade. Ele morreu em 06-02-1981.
Dr.
Zé Pinto, além de sua capacidade de formação, teve a contribuição da força
política, ou seja, o prestigio do seu pai, justamente do coronel Lucas Pinto
que elegeu-se prefeito de Apodi e duas vezes deputado estadual a Assembleia
Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte.
Dr.
José da Silveira Pinto, quando exerceu os mandatos de deputado da Assembleia, intercedeu
junto ao então governador Aluízio Alves, Para a construção da escola estadual
Ferreira Pinto e do Armazém do Cibrazem para Apodi. Sendo concluídas na gestão
do governo do Monsenhor Walfredo Gurgel.
Também,
lutou para a criação das escolas isoladas de ensino para a Zona Rural, a nível
estadual e alem das indicações dos professores e funcionários de apoio para as
ditas escolas. Isso em virtude, que na época não existia concurso público e sim
por decreto de caráter efetivo assinado pelo governo.
Entre outras
ações de interesses do município de Apodi, o deputado José da Silveira Pinto
correspondeu com o seu povo.
Irmão
do saudoso Dr. Newton Pinto, que também foi deputado estadual e desembargador
de grande respeito pelo o seu desempenho no trato da justiça do nosso estado,
já falecido em 18-03-2002.
Sobrinho
dos tios e tias: Francisco Ferreira Pinto (Chico Pinto), assassinado em
02-05-1934. Que foi uma grande liderança política não só em nosso município,
mas com repercussão em todos o estado do Rio Grande do Norte.
Outros
seus tios, João Ferreira Pinto (conhecido por João Doudor), Antonio Feereira
Pinto ( conhecido por seu tonho e funcionário da mesa de renda em Mossoró,
Aristides Ferreira Pinto, comerciante, pecuarista e um dos grandes produtores
de Algodão e criador de gado da chapada do Apodi, Também sobrinho de Raimunda
Ferreira Pinto, Aristéia Ferreira Pinto, Ester Ferreira Pinto e Maria Olegaria
Ferreira Pinto (conhecida por Maria Doudor), todos já falecidos.
Dr.
Zé Pinto, sendo o cidadão respeitado não só pelos os cargos que exerceu na sua
vida, mas acreditado pela sua conduta exemplar, honesto e compridor de seus
deveres.
Portanto,
da sua geração familiar como político é o último a deixar o nosso convívio e de
seus familiares. Partiu, deixou o seu marco e sua história. Por ultimo, eu
quero dizer a Dr. Zé Pinto, que desejamos a você bom descanso e Deus lhe acolha
em paz. Fique com Deus ao lado dos que já partiram para a eternidade.
Do
seu parente, amigo, correligionário e admirador.
Homenagem
Raimundo Marinho
Pinto
(Esmiuçador de
Biografias e de Fatos Históricos)
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MARIA FRANCISCA PINTO GOMES E ARAÚJO. Conhecida popularmente por “MANA PINTO”, natural de Apodi, nascida a 21 de agosto de 1948, filha de João Gomes da Costa Letice Pinto Gomes. Professora. Faleceu no dia 13 de agosto de 2012
FÁTIMA NOBRE
1ª VEREADORA APODIENSE
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