Natural de Apodi-RN, nascido em 7
de julho de 1930, filho de EUZEBIO ALVES
PINTO e de ILAURA SIZENANDO DE SENA, natural de Apodi-RN, filha de SEBASTIÃO
SIZENANDO, vulgo Sebastião de Dino, natural de Apodi, nascido em 27 de maio de
1883 e falecido em 23 de abril de 1942, filho de Bernardino Sizenando Aires de Sena e Lima, este filho de Agostinho Joaquim de Lima e de Maria Martins
do Nascimento; e de Inocência Felicia
da Conceição, conhecida popularmente conhecida pela alcunha de MAEZINHA, esta
filha de Manoel Jácome Cavalcante e de
Felicia Maria da Conceição; e de Odília
Amélia de Sena e Silva,
natural de Apodi-RN. Casou-se em primeiras núpcias com FRANCISCA DIOGENES DE
OLIVEIRA, pai de 10 filhos. Casou-se em segundas núpcias em 19 de outubro de
2010, com MARIA VIERA GURGEL DE FREITAS, natural de Apodi-RN, nascida em 18 de
novembro de 1961, filha de NILTON GURGEL
DE FREITAS e de ANTONIA PEREIRA DE
FREITAS. Soliro trabalhou na Codern, em Natal, Cibrazem e Sindicato dos de Trabalhadores Rurais de Apodi. Faleceu no
dia 19 de dezembro de 2012
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
ALBANIZA BARBOSA DE MELO
ALBANIZA
BARBOSA DE MELO, nascida em 19 de novembro de 1922 e falecida em 30 de novembro
de 1995, filha de ENÉAS FELIPE BARBOSA
(26/05/1891 – 15/08/1961) e de MARIA
EULINA DE MELO (29/07/1899 – 07/08/1970), juntamente com suas irmãs: MARTA,
TEREZINHA, ELVIRA, IVANILDE, ILDENORA e MARIA ALZIRA, fundaram o CENTRO SOCIAL RURAL DE ÁGUA FRIA, com 32
sócios, que teve como primeiro
presidente o senhor WALDEMIRO BARBOSA, nascido em 19 de julho de 1917, filho de LUIZ BARBOSA DE MELO e de FRANCISCA BARBOSA
DE MELO
JOSÉ BENEVIDES MAIA
José Benevides Maia, natural de Apodi-RN, nascido em 14 de março de
1912, filho de JULIÃO ESCOLÁSTICO BENEVIDES e de MARIA MATILDES DA CONCEIÇÃO. Casado com MARIA
FERREIRA MAIA, natural de Apodi-RN, nascida
em 20 de dezembro de 1917 e falecida
no dia 27 de novembro de 2002, filha de RUFINO VIEIRA DA MOTA e de JOANA
GOMES DE OLIVEIRA. Pai de 12 filhos, sendo que atualmente apenas dois estão
vivos Maria de Fátima Gomes e Maria do Socorro Maia Morais, ambas residentes e
domiciliadas na cidade de Apodi. Ele foi vereador em dois mandatos, eleito em 7
de 7 de dezembro de 1952 e reeleito em
1º de janeiro de 1958. Faleceu no dia 6
de janeiro de 1984
sábado, 25 de maio de 2013
APODI COMEMORA ERRONEAMENTE A DATA DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA
Vários
municípios potiguares comemoram erradamente a data de emancipação política,
entre eles: Mossoró, Assu e Apodi.
Apodi foi criado no dia 11 de abril
1833 e não a 23 de março de 1835, pela Resolução do Conselho Presidencial da
Província do Rio Grande do Norte, assinada pelo então presidente, Dr. JOÃO JOSÉ
FERREIRA DE AGUIAR
A Resolução de nº 18, de 23 de março de
1835 apenas aprovou o que o referido Conselho havia feito.
0 então governador Iberé Ferreira de
Souza através do Decreto Nº 21.705,de 21 de junho de 2011 fez consertar a data certa de nossa querida e
amada Polícia Militar que erroneamente comemorava a data de sua criação, 4 de
novembro de 1835 e passou a comemorar a
data certa, 27 de junho de 1835.
A seguir vamos transcrever a Resolução
que aprovou a criação do município de Apodi, com o português da época:
RESOLUÇÃO
Nº 18, DE 23 DE MARÇO DE 1835
BASILIO QUARESMA TORREÃO, Presidente da Província do Rio
Grande do Norte.
Faço
saber a todos os habitantes, que a Assemblea Legislativa decretou e eu sanciono
a Resolução seguinte:
Art.
1º Fica aprovada a Villa do Apudy, creada pela Resolução do extinto Conselho
Presidencial de 11 d’Abril de 1833.
Art.
2º - Os limites do seo município, são os que lhe farão marcados pelo extinto
Conselho da província na Sessão de 14 de maio de 1834, com a esclusão somente
das Fazendas, e sítios que fizeram a quem do meio da catinga do Upanêma, que
fica servindo de divisão nesta parte, ao referido Município, e ao da Villa da Princeza.
Art.
3º Fica nenhum effeito qualquer disposição em contrário. Mando portanto, a
todos as authoridades, a quem o conhecimento e execução da referida Resolução
pertencer, que cumprão, e facão cumprir
tão inteiramente, como nella se contem. O Secretário da província a faça
imprimir, publicar, e correr. Cidade do Natal, aos 23 dias do mez de Março de
1835, décimo quarto da Independência do Império.
BAZILIO
QUARESMA TORREÃO
Presidente
da Província
Nesta
Secretaria do Governo foi publicada a presente Resolução aos 23 de Março de
1835. Manoel Joaquim Pereira do Lago. Registrada a folhas 6 do Livro 1º do
Registro de Semelhantes. Secretária do Governo, na Cidade do Natal, 23 de Março
de 1835.
LUIZ
PEDRO ÁLVARES FRANÇA
FONTE
– ANAIS DA BIBLIOTECA NACIONAL, VOLUME 111 – 1991
Portanto, Apodi em 11 de abril de 2013
deveria ter comemorado seu CLVVV aniversário de emancipação política.
A Prefeitura Municipal, Câmara Municipal e Academia Apodiense de Letras devem agir no sentido de colaborar para que a
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte faça a reparação desse erro.
Veja o Decreto que fez com a Polícia
Militar deixasse de comemorar erradamente a sua data de criação:
DECRETO Nº 21.705,
DE 21 DE JUNHO DE 2010
Dispõe sobre o reconhecimento da DATA
DE CRIAÇÃO e
DATA DE ORGANIZAÇÃO da Polícia
Militar do Estado do
Rio Grande do Norte e dá outras
providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE
DO NORTE, no uso da atribuição que lhe confere o art. 64, VII, da Constituição
Estadual e com fulcro no art. 11 da Lei Complementar Estadual nº 163, de 5 de
fevereiro de 1999, e
Considerando as inúmeras pesquisas
históricas existentes acerca do tema;
Considerando a correta interpretação
que atualmente é dada à “falla do Presidente da Província do RN”, datada de 07
de setembro de 1936;
Considerando a importância de
estimular o patriotismo e a consciência do importante papel perante a sociedade
da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte,
D E C R E T A:
Art. 1º Fica reconhecido o dia 27 de
junho de 1834 como data de criação da Polícia Militar do Estado do Rio Grande
do Norte.
Art. 2º Fica reconhecido o dia 04 de
novembro de 1836 como data de organização desta Corporação.
Art. 2º Este Decreto entra em vigor
na data de sua publicação.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova,
em Natal, 21 de junho de 2010, 189º da Independência e 122º da República.
IBERÊ PAIVA FERREIRA DE SOUZA
Cristóvam Praxedes
sábado, 4 de maio de 2013
ROSA FERREIRA LIMA
CADEIRA Nº 10 DA ACADEMIA APODIENSE DE LETRAS QUE TEM COMO PATRONA, SUA IRMÃ CARMELITA FERREIRA LIMA
terça-feira, 23 de abril de 2013
sábado, 23 de março de 2013
CLXXVIII ANIVERSÁRIO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE APODI
ANOEL Ferreira Nobre, primeiro pesquisador do Estado do Rio Grande do Norte, na sua Breve Noticia, pág. 112 – 114, afirmava, em 1877, que “Alonso de Hojeda, acompanhado de Américo Vespucio e de João de La Cora, chegou a uma das Rocas do Rio Apodi, no dia 24 de junho de 1429, em virtude do que tomou o território o nome de – Missão de São João Batista do Apody. Apesar da resistência dos índios, o explorador Hojeda fundou os primeiros estabelecimentos da povoação. Em 1749, veio o capuchinho Frei Fidelis, verdadeiro apostolo, que, depois de catequizar os índios, levantou os marcos da civilização intelectual e material”.
Com esta opinião concorda Manoel Antonio Coriolano (almanaque do Rio Grande do Norte, 1895, e nas notas publicadas no Relatório do Governo. 1905) e Nonato Mota (Revista do Instituto, volume XVIII, pág. 45) parece admiti-la também.
“Coriolano, porém, vai mais adiante, apoiado na tradição, isto é, diz que ‘FREI FIDELIS”, capuchinho italiano, catequizou, em 1538, os índios payanazes, da grande raça tupy, e que, em 1580, o Missionário Frei Ângelo, o capuchinho, edificou a Igreja.
Contesta essa tradição, por inverossímil (que não parece verdadeiro, pouco provável), Antonio Bezerra de Menezes (Revista Trimensal do Instituto do Ceará, ano XV. 3º e 4º trimestres, pág. 183) e o coronel Elias Antonio Ferreira Souto (Assu, 25/11/1848 – Natal, 17/5/1906), (em notas que deixou a respeito, e publicou no Diário de Natal, em 1905).
As alegações destes últimos se fundam: 1º em que era impossível aos ditos exploradores terem, em 1499, subido o curso do rio Apodi, ou Jaguaribe, como era conhecido o rio Apody, nos mapas antigos; 2º que, só no ano seguinte, (1500), é que Pedro Álvares Cabral descobriu a nova terra; em 1530, Duarte Coelho fundou Iguarassú; João Tavares, em 1581, o presídio da Ilha da Gambôa (Parahyba) e Manuel Mascarenhas Homem, em 1598, explorou o Rio Grande do Norte, e não podia em 1538, Frei Fidelis ter catequizado os payanazes, nem Frei Ângelo, em 1580, portanto, só em 1710, chegaram ao Brasil capuchinhos que vieram substituir na catequese os padres franceses, cumprindo notar que, só em 1549, chegaram à nova terra os primeiros padres Jesuítas, em companhia de Thomé de Souza; 3º os índios não eram payanazes, mas, tapuyos da tribu dos payacús, consoante as datas de sesmaria; 4º que há engano quanto à missão de São João Batista do Apody, porque antes dela, houve a do Assu, que foi a primeira ao norte, a qual se seguiu a de Port’Alegre e só por fim a do Apodi.
Além da impossibilidade material de transporem o rio, quer nas enchentes do inverno, quer nas marés que só chegavam atéSanta Luzia, hoje, cidade de Mossoró, era totalmente impossível, concluem os opositores, que os exploradores conseguissem penetrar no sertão, primeiramente sem não passar por Mossoró, e segundo, sem não serem dominado então pelo selvagem indomesticável.
Robert Southey, (na sua História do Brasil, trad. Brasileira do dr. Luiz Joaquim de Oliveira Castro e Anoot. do Cônego Fernandes Pinheiro), atribui, porém, que o ponto alagado em que Hojeda, La Cosa e Vespucio tocaram, fica na embocadura do Apody, porque é a esse ponto que correspondem os 5 graus ao sul da latitude equinocial, de que fala o Roteiro dos mesmos exploradores.
Entretanto, Varuhagem, firmado nas informações de Américo Vespúcio, no Diário das Quatro Viagens, afirma que os 5 graus ao sul da linha equacionar correspondem ao delta do rio Assu (Ver. Do nosso Instituto Histórico, vol. 1º, pág. 24).
Como quer que seja, porém, sobre o território do Apodi (nome derivado de Poty, ou Pody, camarão, por causa da tribo que ali dominava, isto é, Potyguares, ou, aliás, da herva-pitum, fumo, que lá era cultivada), o que é indubitável é que, só nas eras de 1670, foi descoberto e colonizado esse território por Manoel Nogueira Ferreira e outros, que requereram ao governo da então Capitania a concessão das sesmarias, declarando que haviam dado seus regastes aos Tapuyos, para os domar, e as queriam provar, ainda com risco de suas próprias vidas e fazendas, pois “eram paragens que nunca os antigos povoaram”.
Obtida do capitão-mor Geraldo de Suny a concessão, a 19 de abril de 1680, confirmada pelo governo geral da Bahia, Roque da Costa Barreto (12 de fevereiro de 1682) começaram os donos dela Manoel Nogueira Ferreira e João Nogueira a explorar as terras situando gados à margem da lagoa Itahum, que significa Pedra preta.
Voltaram eles mais tarde à Capela de Nossa Senhora das Neves (Parahyba), de onde eram naturais, e dali, em 1685, regressaram às suas terras no Podi (ou simplesmente Pody, como chamavam); isto é, Manoel Nogueira, sua mulher D. Maria de Oliveira Corrêa. Seus irmãos João Nogueira e Baltazar Nogueira, com alguns escravos.
Ali se estabeleceram, então, fundando fazendas à margem direita da Lagoa de Itahú (ou Itahum), atual cidade de Itaú e junto a outra lagoa chamada Apanha-Peixe (que hoje pertence ao município de Caraúbas), mais precisamente na divisa entre os dois municípios.
De 1960 a 1698, os Nogueira foram vítimas de assaltos por parte dos Paiacús, que furtavam gados e assaltavam, travando-se lulas sanguinolentas, em uma das quase morreu o bravo Baltazar Nogueira. Abatidos os Nogueira, fugiram para o Jaguaribe, Ceará e queixaram se ao Governador da Bahia. A 17 de novembro de 1698, o ouvidor Marinho, encarregado pelo Governo para este fim, vilou os tapuyos na margem esquerda da Lagoa do Itahú, em um córrego da mesma lagoa, que tomou mais tarde o nome de Córrego das Missões de São João Batista.
Foi Manoel Nogueira Ferreira, donatário das sesmarias nomeado capitão-mor da Ribeira o dito ajudante Manuel Nogueira Ferreira, donatário das sesmarias.
Seguiu-se a cathequitazação dos selvagens pelos religiosos de Santa Tereza o território foi sendo, pouco a pouco, conquistado e explorado.
Após a expansão dos jesuítas e conseqüente localização da catequese, deu-se a criação do aldeamento civil dos índios, por alvará de 1758; todavia, não foi a vila instalada, porque o Juiz de Fora, dr. Miguel Carlos Caldeia de Pita Castello Branco, natural de Portalegre-Portugal, encarregado desse serviço, resolveu à vista dos pedidos dos moradores do Apody, em 1764, transferiu os índios dali para a Serra da Regente (Porta Alegre-RS) e ali cria a Vila; mas designou para patrimônio da nova Câmara, uma légua em quadro, as margens da lagoa do Apody, a qual fora doada aos índios pelo alvará régio de 23 de novembro de 1700 e confirmada pelo Juiz, Christovam Soares Reymão, em sentença de 3 de março de 1706, atual cidade do Apodi.
Em 3 de fevereiro de 1766 foi criada a Freguesia do Apodi, por Dom Francisco Xavier Aranha, do bospado de Olinda e Pernambuco.
O distrito de Apodi foi criado em 1766.
Só muitos anos depois, a 11 de abril de 1833, em sessão do Conselho Provincial, sob a presidência de Manoel Lobo de Miranda Henriques, foi criado o município e a vila do Apody, que foi confirmada a criação da Vila do Apodi pela lei provincial nº 23 de 23 de março de 1835, sancionada pelo então presidente Basílio Quaresma Torreão, que foi instalada no dia 9 de outubro de 1933, cuja instalação foi presidida pelo alferes Reinaldo Gaudêncio de Oliveira, vice-presidente da Câmara Municipal de Port’Alegre, os vereadores eleitos;
1 – João Nogueira da Silveira
2 – Padre Francisco Longino Guilherme de Melo
3 – Antonio Francisco de Oliveira
4 – Capitão Lourenço Alves de Oliveira
5 – Joaquim da Cunha Cavalcante, e
6 – João Freire da Silveira
VEJA NA ÍNTEGRA O TEOR DA LEI PROVINCIAL QUE ELEVOU A CATEGORIA DE VILA A POVOAÇÃO DE APODI
LEI PROVINCIAL Nº 18, DE 23 DE MARÇO DE 1835
Eleva à categoria de Vila o Distrito de Paz do Apody, desmembrada do de Port”Alegre.
Basílio Quaresma, Presidente da Província do Rio Grande do Norte: Faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembléia Legislativa Provincial Decretou e eu sanciono a Lei Seguinte.
Art. 1º - Fica desmembrada do município de Port”alegre e elevada a Vila, o Distrito de Paz de Apody
Art 2º - Os seus limites são pelo norte, com o de Mossoró, por uma linha que parte do cimo da Serra do Apody e chega ao sítio Pau do Tapuyo, inclusive, a leste, com o de Caraúbas, pelo riacho e Lagoa Apanha Peixe e riacho das capoeiras; ao sul, com o de Martins, pela fazenda dos Campos e Passagem de Onça, e toda a margem ocidental do Umary, e com o de Port’Alegre, pelo riacho da Gitarana; a oeste, com os de Iracema e Limoeiro (Ceará) pela chapada do Apody, nos lugares Figueiredo e Quebradas.
Mando, por tanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer que a cumpra e faça cumprir tão inteiramente como nela se contém. O Secrettário da Província a faça imprimir, publicar e correr. Cidade do Natal, 23 de março de 1835, décimo quarto da Independência e do Império.
Ass.: Basílio Quaresma Torreão.
OBS.: Projeto de Lei foi do deputado Elias Antonio, criava a vila e município de Apodi.
sábado, 16 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
FRANCISCO ROBERTO CARLOS MORAIS
05-03-2013 – Faleceu, em APODI FRANCISCO ROBERTO CARLOS DE MORAIS, conhecido por “ABEL” ,
que era membro do PSB, partido do vice-prefeito José Maria da Silva, causou
comoção em todos os secretários, especialmente em Paulo Viana, amigo pessoal do
contador, que acompanhou suas últimas horas de vida.
####ABEL#######
FRANCISCO ROBERTO CARLOS MORAIS, natural de
Apodi/RN, nascido no dia 24 de julho de 1967, filho de Francisco Bezerra de Morais e
Francisca das Chagas Morais, casado com Alana Sonara Alves Ferreira, filha de
José Ferreira Neto e Francisca Alves de Oliveira Neta, Bacharel em Ciências
Contábeis pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte.
sábado, 2 de março de 2013
HOMENAGEM AO DR. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO TRIGESIMO DIA DA SUA MORTE
TRIGESIMO DIA DA SUA MORTE
APODI-RN, 26 DE FEVEREIRO DE 2013.
Bom dia a todos aqui presentes.
Primeiro, quero
cumprimentar o senhor presidente dessa casa, vereador João Evangelista e ao
mesmo tempo agradecer pela a oportunidade que me concedeu com o apoio dos
demais vereadores o espaço da Câmara Municipal de Vereadores de Apodi, para que
eu possa fazer o uso da tribuna nesse momento.
Quero
cumprimentar a todos os vereadores aqui presentes, a começar pelas as jovens
simpáticas Vereadoras Hortência Regalado e Sonete Ferreira, além dos jovens
Vereadores Júnior Carlos, Genivan Varela, Angelo filho da amiga Daguimar, José
Filho Neto, Chico filho da saudosa dona Marinete, Costinha filho do amigo
Arnaldo Costa, os veteranos Vereadores Júnior Souza, Braulio Ribeiro, Nilson
Fernandes e Laete Oliveira.
Também
quero estender esse gesto a todos os funcionários dessa casa.
Senhoras e
Senhores aqui presentes.
Estou
aqui com a humildade de sempre e diante do “lume” de vossas excelências e desse
público que nos assistem neste momento, e de ouvintes através da Rádio Vale de
Apodi.
Em
nome dos meus parentes e amigos, que saúdo a todos os presentes e tecer aqui
algumas breves palavras em homenagem ao Dr. José da Silveira Pinto, que em 26
deste completou o trigésimo dia de sua morte.
Para
nós que cremos em Deus, a morte, na verdade, é cheia de vida, pois morre a noite
para nascer o dia. Morre a semente para nascer a flor. Morre o homem para o
mundo e nasce para Deus.
Portanto,
quem foi José da Silveira Pinto, o que ele representou em vida? A quem eu quero
enaltecer por ter tido o privilégio de conhece-lo de perto, a figura exemplar,
como cidadão, médico e político.
A seguir em anexo
Nome: José da Silveira Pinto
Filiação: Lucas Pinto e Adalgisa Pinto
da Silveira
Data de Nascimento: 30.04.1928
Naturalidade: Apodi/RN
Profissão: Médico
Dr. José da
Silveira Pinto casou-se com Maria Zilah Holanda Pinto há 54 (cinquenta e
quatro) anos, com quem teve três filhos (Magda Pinto Fernandes, Kátia Holanda
Pinto e Flávio Holanda Pinto), sete netos e um bisneto.
Profissionalmente, concluiu o curso de
Medicina na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 1954. Um ano antes, em
1953, ainda estudante de medicina, elegeu-se a Prefeito da cidade de Apodi/RN,
cuja assunção do cargo deu-se em 1953 até 1958.
Dando
continuidade ao seu múnus políticos, assumiu o cargo de Deputado Estadual por
dois mandatos consecutivos (1963 a 1971), representando, na Assembleia
Legislativa, os interesses de Apodi e parte da região do médio-oeste do Rio
Grande do Norte.
No plano da
Medicina, exerceu-a na Maternidade Claudina Pinto, por ele construída quando
empossado Prefeito de Apodi/RN, lugar em que acolhia, gratuitamente, a todas as
pessoas que manifestavam necessidade de atendimento médico.
Foi médico do
IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool); do INAMPS (Instituto Nacional da
Previdência Social); e da ETFRN (Escola Técnica Federal do Rio Grande do
Norte).
Aposentou-se há
22 (vinte e dois) anos como médico do Ministério da Saúde e do Ministério da
Educação. Como leitor tenaz, dedicou o seu tempo à leitura da sua gama de
livros, em especial ao estudo da história da civilização mundial.
Em razão dos
persistentes problemas cardíacos, enfrentou longos anos de dificuldades de
saúde, o que lhe fez receber, integralmente, a fiel dedicação da sua esposa,
Maria Zilah Holanda Pinto, que honrou, até o último suspiro, o seu sacrossanto
viés de lealdade e afetuosidade.
Faleceu
em Natal/RN aos 84 (oitenta e quatro) anos, no dia 26.01.2013, às 21h30min. O
seu enterro aconteceu no Cemitério Morada da Paz em 27.01.2013.
Dr. José da
Silveira Pinto, ou Dr. Zé Pinto como era popularmente mais conhecido pelas
pessoas, precisamente pelos os mais velhos de sua geração. Dr. José da Silveira
Pinto como Prefeito do município de Apodi e além dos distritos que pertenciam o
município de Apodi na época, como Felipe Guerra, Itaú e Severiano Melo, os
quais foram desmembrados de Apodi e se tornando municípios em 1963, por força
de decreto Lei do governo de então Governador Aluízio Alves.
Na
Gestão do então Prefeito Dr. José da Silveira Pinto, foi construída a Praça
Getúlio Vargas, a Maternidade Claudina Pinto e o inicio da construção do
Mercado Público. Além de outros benefícios de serventia a população do município
de Apodi e distritos aqui já citados por pertencerem a Apodi.
Na
época não existia arrecadação tributária nos molde de hoje, era poucos os
recursos financeiros ao município de Apodi, para as necessidades da época.
Como
médico o Dr. José da Silveira Pinto, dedicou a sua profissão atendendo no
município e nos distritos já citados, como Felipe Guerra, Itaú e Severiano
Melo. Atendia as pessoas não só em seu consultório mais nas residências das
pessoas, tanto local e na zona rural em seu transporte o Jippe por ele
dirigido. Consultava, fazia partos, pequenas cirurgias e dava mais os
medicamentos sem cobrar nada das pessoas que o procuravam.
Na
sua gestão conseguiu a instalação do posto de atendimento da L. B. A.,
localizado próximo a prefeitura de Apodi, hoje casa de cultura. No dito posto,
com atendimento de caráter social, atendia as pessoas carentes que o procuravam
por atendimentos, especialmente as mães gestantes e recém nascidos com
vestuários, leite em pó e acompanhamento de uma assistente social, na pessoa de
dona Albaniza Diogenes, já falecida.
Também
no posto da LBA, atendia com fornecimento de documentos civis, Registros de
nascimento e de casamento as pessoas necessitadas. Além de fornecimento de foto
3x4 para o título de Eleitor, o qual adotado pela justiça Eleitoral na época
como identificação da pessoa.
Criou
em 1951 a Associação Rural de Apodi, foi seu dirigente até se afastar para ser
candidato ao cargo de prefeito, onde contribui para o setor agropecuário do
município, por ser na época a região de produção de algodão, feijão, milho,
arroz e grandes criadores de gado em nossa região. Depois essa associação foi
denominada de Sindicato Rural de Apodi, tendo como dirigente o Sr. Leonildes
Marcolino da Costa, o qual se afastou em 2009 por motivo de saúde, hoje o seu
presidente é o Sr. Antonio Evandi de Souza.
Foi
deputado estadual por duas vezes, durante as gestões dos governos de Aluízio
Alves, Monsenhor Walfredo Gurgel e parte do governo de Cortez Pereira.(1963 a
1971).
Dr.
José da Silveira Pinto, filho do ex-coronel Lucas Pinto a maior liderança política
inconteste do município de Apodi e da região do Estado do Rio Grande do Norte
por mais de 40 anos. O coronel Lucas Pinto o político que deixou o exemplo, que
aprendeu com o ex-presidente Getúlio Vargas, politicamente astuto, era hábil,
falava pouco, preferia ouvir mais as pessoas para depois tomar as decisões políticas,
ou seja, tirava as meias dos pés sem tirar os sapatos dos pés. Sempre com
humildade. Ele morreu em 06-02-1981.
Dr.
Zé Pinto, além de sua capacidade de formação, teve a contribuição da força
política, ou seja, o prestigio do seu pai, justamente do coronel Lucas Pinto
que elegeu-se prefeito de Apodi e duas vezes deputado estadual a Assembleia
Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte.
Dr.
José da Silveira Pinto, quando exerceu os mandatos de deputado da Assembleia, intercedeu
junto ao então governador Aluízio Alves, Para a construção da escola estadual
Ferreira Pinto e do Armazém do Cibrazem para Apodi. Sendo concluídas na gestão
do governo do Monsenhor Walfredo Gurgel.
Também,
lutou para a criação das escolas isoladas de ensino para a Zona Rural, a nível
estadual e alem das indicações dos professores e funcionários de apoio para as
ditas escolas. Isso em virtude, que na época não existia concurso público e sim
por decreto de caráter efetivo assinado pelo governo.
Entre outras
ações de interesses do município de Apodi, o deputado José da Silveira Pinto
correspondeu com o seu povo.
Irmão
do saudoso Dr. Newton Pinto, que também foi deputado estadual e desembargador
de grande respeito pelo o seu desempenho no trato da justiça do nosso estado,
já falecido em 18-03-2002.
Sobrinho
dos tios e tias: Francisco Ferreira Pinto (Chico Pinto), assassinado em
02-05-1934. Que foi uma grande liderança política não só em nosso município,
mas com repercussão em todos o estado do Rio Grande do Norte.
Outros
seus tios, João Ferreira Pinto (conhecido por João Doudor), Antonio Feereira
Pinto ( conhecido por seu tonho e funcionário da mesa de renda em Mossoró,
Aristides Ferreira Pinto, comerciante, pecuarista e um dos grandes produtores
de Algodão e criador de gado da chapada do Apodi, Também sobrinho de Raimunda
Ferreira Pinto, Aristéia Ferreira Pinto, Ester Ferreira Pinto e Maria Olegaria
Ferreira Pinto (conhecida por Maria Doudor), todos já falecidos.
Dr.
Zé Pinto, sendo o cidadão respeitado não só pelos os cargos que exerceu na sua
vida, mas acreditado pela sua conduta exemplar, honesto e compridor de seus
deveres.
Portanto,
da sua geração familiar como político é o último a deixar o nosso convívio e de
seus familiares. Partiu, deixou o seu marco e sua história. Por ultimo, eu
quero dizer a Dr. Zé Pinto, que desejamos a você bom descanso e Deus lhe acolha
em paz. Fique com Deus ao lado dos que já partiram para a eternidade.
Do
seu parente, amigo, correligionário e admirador.
Homenagem
Raimundo Marinho
Pinto
(Esmiuçador de
Biografias e de Fatos Históricos)
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
DR. JOÃO DA SILVEIRA PINTO
Dr. João Pinto, natural de Apodi-RN, em
26/10/1918 e falecido em Mossoró-RN, em 21/01/2003, filho do Coronel Francisco
Ferreira Pinto e de Maria Salomé
Diógenes Pinto(primeira eleitora apodiense, em 1928). Era casado com Cesarina
de 0liveira Pinto (26/03/1921 – 24/07/1998).
OBS.: João Pinto, faltando menos de dois meses para terminar seu mandato, mas precisamente
em 18 de fevereiro de 1963, foi cassado pela Câmara Municipal, que tinha como
presidente o senhor Izauro Camillo, vice-prefeito e como primeiro presidente, o vereador Pedro
Valdomiro Viana,. Quem assumiu a prefeitura foi o vereador Valdomiro Pedro
Viana, o qual foi o responsável pela transição, passando o cargo para o
prefeito Izauro Camilo de Oliveira. Portanto, João Pinto foi o único prefeito de Apodi cassado.
PADRE ORIGEM MONTE
Origem Monte,
natural de Natal, filho de Pedro
Alexandre do Monte e de Belarmina Sobral do Monte. Ordenou-se sacerdote já
sexagenário, depois de enviuvar. Era irmão do Cônego Luiz Gonzaga do Monte,
nascido em 3 de janeiro de 1905 e falecido em 18 de fevereiro de 1944 e de DOM NIVALDO MONTE, nascido em 15 de
março de 1918 e falecido em 10 de novembro de 2006, o qual havia celebrado sua primeira missa no dia 14 de maio de 1940.
LUIZ SULPINO DA SILVEIRA JÚNIOR
Natural de Apodi,
filho de Luiz Sulpino da Silveira, este
filho de José Sulpino Paes Botão ; e de
Maria Luiza da Silveira, filha de Luiz Soares da Silveira e de Maria Benedicta
Beltrão da Silveira.
SEBASTIÃO SIZENANDO SENA E SILVA
SEBASTIÃO SIZENANDO, vulgo Sebastião de Dino,
natural de Apodi, nascido em 27 de maio de 1883 e falecido em 23 de abril de
1942, filho de Bernardino Sizenando
Aires de Sena e Lima, este filho de
Agostinho Joaquim de Lima e de Maria Martins do Nascimento; e de Inocência Felicia da Conceição, conhecida
popularmente conhecida pela alcunha de MAEZINHA, esta filha de Manoel Jácome Cavalcante e de Felicia Maria
da Conceição. Era casado com Odília Amélia de Sena e Silva, com os seguintes
filhos: JOSÉ SIZENANDO DE SENA E
SILVA, nascido em 26 de julho de 1908 e falecido em 7 de setembro de 2001, casado com Raimunda
Maria Nunes de Sena, natural de Apodi, nascida em 24 de setembro de 1937, filha
de Francisco das Chagas Fernandes e de Amanda Celestina Pinheiro, com os
seguintes filhos: Luiz Nunes Sizenando,
vulgo “MILONGA”, nascido em 14 de
março de 1959, casado com Antonia Brotas
Pinheiro Sizenando, natural de Taboleiro do Norte-CE, nascida em 8 de setembro
de 1968, filha de Joaquim Pinheiro Chaves e de Auta Rosendo Chaves, com 4
filhos: Pio Giannotty Pinheiro Sizenando, nascido em 27 de novembro de 1985,
Bem-hur Pinheiro Sizenando, nascido em 21 de julho de 1988, Judah Pinheiro
Sizenando, nascido em 5 de maio de 1994, Judah Pinheiro Sizenando, nascido em 5
de maio de 1994, e Sadrak Pinheiro Sizenando, nascido em 3 de agosto de 1996; Maria Nunes da Conceição, vulgo
“JUREMA”, nascida em 15 de novembro de 1962; Sebastião Paulo Neto, nascido em 19/01/64, casado com Damiana
Vieira da Costa Sizenando, natural de Apodi, nascida a 7 de setembro de 1964,
filha de Manuel EVANGELISTA DA COSTA (BURECO) e de Raimunda Maria dos Santos,
com dois filhos: JOSÉ SIZENANDO DE SENA E SILVA NETO (31/3/1989) e Paulo
Henrique Vieira Sizenando (11/9/1993); Maria Nunes de Sena, nascida em 15 de novembro de 1962, e Francisco
Nunes Sizenando, nascido em 6 de janeiro de 1968. JOSUÉ
SIZENANDO DE SENA E SILVA, nascido em 8 de maio de 1913 e falecido em
30 de maio de 1993, casou-se em 26 de dezembro de 1956, com Margarida Dantas Mulatino,natural de
Apodi, nascida em 14 de janeiro de 1930, filha de João Ferreira Mulatino e de
Inez Gentil Dantas, com três
filhos: INES ODÍVIA NETA, nascida em 10
de setembro de 1957, casou-se em primeiras núpcias com JOSÉ MAIA DA SILVA
(03/05/1948 – 24/8/2004), filho de João Custodio da Silva e de Expedita
Ferreira Maia, com os seguintes filhos: Josimés Maria Sizenando Maia Custódio
Dantas, nascida em 8 de março de 1988.; Aghatâgela Guilherme Silva Dantas
Vieira da Costa, nascida em 10 de junho de 1996; e Margarida Virgínia Silva
Dantas Vieira da Costa, nascida em 22 de março de 200. Em segundas núpcias com Manoel Genilson
Vieira da Costa, natural de Apodi, nascido em 26 de novembro de 1968, filho de
Manoel Evangelista da Costa (Bureco) e
de Raimunda Viera da Costa; APARECIDO DANTAS DE FREITAS, nascido em 24 de
agosto de 1958, casado com Maria das Graças Carlos Freitas, natural de Apodi,
nascida em 2 de novembro de 1955, filha de Clemente Carlos Marinho e Antonia
Marinho Carlos, com três filhos: Izaac Carlos de Freitas, Ítalo Romeu Carlos de
Freitas e Josué Sizenando de Sena e Silva Neto; AGLATÂNGELO DANTAS DE FREITAS
(16/03/1964 – 1//11/1975); ANTONIO AUGUSTO DANTAS, nascido em 8 de fevereiro de 1966; IARA DANTAS DE
FREITAS BERNARDES, nascida em 23 de julho de 1967, casada com Algenor Bernandes
Filho, com uma filha: Sara Arielly Sizenando Dantas Bernandes, nascida em 22 de
agosto de 1888. Josué Sizenando exerceu a função de oficial de justiça por mais
de 30 anos, começando no ano de 1952, substituindo o velho oficial Manuel
Raimundo Dantas. MARIA DE LOURDES DE
SENA E SIZENANDO, nascida em 26 de agosto de 1918, casada com o soldado
PM Raimundo Justino de Oliveira, natural de Apodi, natural de Apodi, nascido em
3 de março de 1918 e falecido em 27 de março de 2007, filho de Francisco Justino de Oliveira e de
Antonia Justina de Oliveira; RAIMUNDO
SENA, INOCÊNCIA SIZENANDO,
AMELIA SIZENANDO, natural de Apodi, nascida em 26 de julho de
1907; ILAURA SIZENANDO DE SENA,
casada com Euzébio Alves Pinto; MARIA
SIZENANDO, nascida em 26 de julho de 1906; MANOEL CÍCERO DE LIMA, natural de Apodi, nascido em 1901 e
falecido em 1976, casado com Maria Pereira Torres, com os seguintes
filhos: FRANCISCO CHAVES SIZENANDO,
nascido em 8 de agosto de 1934, casado em primeiras núpcias com Raimunda Gomes
de Oliveira, natural de Apodi, nascida em
19 de setembro de 1938 e falecida em 14 de abril de 2003, filha do
saudoso prefeito Izauro Camilo de Oliveira e Maria Gomes de Oliveira, com os
seguintes filhos: FRANCISCO CHAVES
SIZENANDO FILHO, natural de Apodi, nascido em 4 de março de 1963 e faleceu
em sua residência a 2 de junho de 2008.
Casou-se em primeiras núpcias, com Evania Marinho de Paiva Sizenando,
natural de Apodi, nascida em 20 de fevereiro de
1961, filha de Altino Dias de Paiva e Anita Marinho de Paiva, com um
filho: ROGER ILLAMISEN CHAVES SIZENANDO,
nascido em 26 de novembro de 1977, e em
segundas núpcias com EVILMAR MAIA
DIÓGENES, nascida em 8 de abril de 1961,
esta filha de Wilson Custódio Diógenes, nascido em 10 de abril de 1930, filho
de Valdemiro Custódio da Silva e Cecília
Joaquina Diógenes (17/5/1905 – 22/01/1977) e Maria da Conceição Maia Custódio.
Filhos: THIAGO STUART MAIA CHAVES SIZENANDO, nascido em 16 de maio de 1983
e THAYS
JANAINA MAIA CHAVES SIZENANANDO, nascida em 25 de setembro de 1984. E em
segundas núpcias com MARIA ZÉLIA MOREIRA GURGEL SIZENANDO, natural de Iracema,
nascida em 12 de junho de 1955, sem descendência. MARIA DO SOCORRO SIZENANDO,
nascida em 1º de agosto de 1938; MARIA
DO CARMO SIZENANDO; MARIA EUDETE SIZENANDO, MARIA IDEUSA SIZENANDO, Nascida em
25 de dezembro de 1945; MARIA DAS GRAÇAS SIZENANDO, FRANCISCO ARI SIZENANDO,
nascido em 18 de março de 1957; ARI AIRES SIZENANDO; e MARIA DA SALETE
SIZENANDO, nascida em 7 de janeiro de 1947. Sebastião Sizenando foi um dos
homens apodienses mais inteligentes de sua época. Foi delegado de polícia, juiz
de paz, político e prefeito de sua terra natal.
FONTE: PESQUISA FEITA PELO STPM JOTA MARIA
LUIZ FERREIRA LEITE
Natural de Apodi, nascido em 24/7/1924,
filho do coronel João Ferreira Leite e Cristina Veras Leite, casado com
Josetina Leite Pinto, filha de Miguel Ferreira Pinto e de Isabel Zenobia Pinto.
Sua nomeação devera-se ao seu irmão, o coronel João Ferreira Leite (25/2/1878 –
5/3/49), comerciante e radicado em Mossoró e que era um dos 86 liberais que
sufragaram o nome de Getúlio Vargas, na eleição de 1930. Além de que o mesmo
João Leite tinha uma filha casada com o irmão de Mário Câmara, chefe de
gabinete de Getúlio Vargas. Protegido por Mário Câmara, ele manteve-se atrelado
ao cargo de prefeito até 16 de julho de 1934. Sua gestão administrativa não
passou de atos de rotina. Ele foi o mandante da morte do prefeito Francisco
Ferreira Pinto.
FONTE: EM PARTE, PESQUISADOR MARCOS PINTO
CORONEL LUCAS PINTO
Natural de Apodi-RN, nascido a 11 de outubro de
1899 e faleceu em sua terra natal, no dia 6 de fevereiro de 1981, com 82 anos
de idade. Filho de CASSIMIRO FERREIRA
PINTO e de VICENCIA
GOMES DE OLIVEIRA. Foi um dos primeiros estudantes do Grupo Escolar
Ferreira Pinto, através do professor Antônio Lourêncio Dantas. Casou-se em 9 de
novembro de 1924, com ADALGISA PINTO DA SILVEIRA, natural de Apodi-RN, filha
de Lucas Soares da Silveira e de Zulmira Ferreira Pinto, no Cartório de Apodi.
Teve
três filhos: JULIETTA, que faleceu na infância;
NEWTON PINTO (04/02/1926 – 18/03/2002), foi Juiz de Direito,
Desembargador, chegando a presidência do
Tribunal de Justiça, tomando posse em 21 de março de 1975; deputado estadual em várias legislaturas.
Casado com NAIR MONTE, com dois filhos:
MARCOS AGOSTINHO DO MONTE PINTO
(09/08/1963), casado com Paula Consuello de Araújo Arcoverde Pinto, nascida a
29 de abril de 1968, filha de José Wellington e
Paula Francinete de Araújo e o Dr. GUILHERME NEWTON DO MONTE PINTO; e O
Dr. JOSÉ DA SILVEIRA PINTO, formado em medicina, foi prefeito do Apodi, no
período de 31 de março de 1958 a 31 de março de 1958. Depois se elegeu deputado
estadual.
Na
infância e juventude Lucas Pinto dedicou-se à agricultura, plantando algodão,
feijão e milho nas terras do sítio Pequé, ajudando os pais, a quem dedicava
extremada afeição.
Da
agricultura enveredou para as atividades comerciais, colocando-se na firma
JAZIMO E PINTO, onde se tornou sócio tempo depois. Em 1927, estabeleceu-se por
conta própria com loja de tecidos. Daí em diante tornou-se fácil a tarefa de
enriquecimento. Instalou novos negócios, inclusive um beneficiamento
(descaroçador) de algodão, passando a ser o maior exportador desse produto
agrícola e de cera de carnaúba de Apodi e região.
Foi
considerada uma das maiores fortunas individuais do Oeste Potiguar, possuidor
de muitos bens e muito dinheiro. Durante anos foi uma espécie de banco.
Emprestando dinheiro a juros aos agricultores, criadores, comerciantes. Chegou
a possuir 40 propriedades rurais, as quais eram entregues aos moradores que as exploravam sem pagar nenhuma
renda. Este fato causava admiração a muita gente, pois seu Luquinha era
considerado por muitos como um homem mesquinho.
Uma
de suas características marcantes, muito propalada, era a rigorosidade no limite
dos seus gastos pessoais. E zelo extremado por tudo que lhe pertencia. Desde
muito jovem nunca gastava mais do que o que ganhava. Era um poupador por
convicção.
Trabalhava
dezesseis horas por dia. Às duas da madrugada já estava de pé, acordando
empregados e operários. Costume que não falhava, era sair de casa com um farol
aceso na mão, naquela hora, dirigindo-se ao seu escritório, onde dava ordens
aos seus funcionários.
Nos
negócios comerciais e financeiros era rigoroso e exigente. Não gostava de
dispensar nada. Para os amigos fiéis, entretanto, facilitava o que fosse
possível.
Lucas
Pinto usava um tratamento bastante curioso para se comunicar com as pessoas.
Para dar ordens, tratar de assuntos comerciais e outros. “Meu Caboclo” era a
frase usada com freqüência pelo incansável comerciante. Falando de eleição
costumava dizer: “o nosso candidato está eleito, meu caboclo”. Chamando a
atenção de empregados, quando estavam errados em suas obrigações era comum
usar, rigorosamente o tratamento “meu cabloco” no lugar do nome. Um velho
hábito de Lucas Pinto
“O MAIS PRESTIGIOSO POLÍTICO DE TODOS OS
TEMPOS DE APODI E REGIÃO’. PREFEITO NOMEADO EM QUATRO PERÍODOS”. A FAMÍLIA
PINTO QUE COMANDOU A POLÍTICA POR VÁRIOS ANOS, INTERROMPIDA EM 18 DE FEVEREIRO
DE 1963, COM A CASSAÇÃO DO PREFEITO JOÃO PINTO, RETORNANDO AO COMANDO
NOVAMENTE DA POLÍTICA APODIENSE COM GORETE PINTO, ELEITA EM 5 DE OUTUBRO DE 2008, QUE APESAR DE
NÃO SER PINTO, E SIM, SILVEIRA, É CASADA COM O DR. KLINGER PINTO. CONTINUANDO NO PODER POR APENAS 4 ANOS, NÃO SENDO REELEITA, PERDENDO PARA FLAVIANO MONTEIRO
FONTE: LIVRO DE VÁLTER DE BRITO GUERRA E ARQUIVO DO STPM JOTA MARIA
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
JOÃO MOREIRA DE OLIVEIRA
JOÃO MOREIRA DE
OLIVEIRA, natural de Apodi-RN, nascido a 15 de 7 de fevereiro de 1935. Filho
de SILVINO MOREIRA e de RITA VIRGINIA DE
OLIVEIRA, casado com CLESIR
LOPES MOREIRA, conhecida popularmente por Dona “DIDI DE JOÃO MOREIRA”natural
de Apodi-RN, nascida a 15 de fevereiro
de 1935 e falecida no dia 7 de junho de 2006, filha de FRANCISCO AUGUSTO
LOPES e de ALGEMIRA MOREIRA LOPES.Pai dos seguintes
filhos: VÂNIA, BATISTA, JORA, MARLIDEUSA e GRACINHA. Foi eleito vereador no dia 15 de novembro de 1976, tomou posse no dia
31 de janeiro de 1977. Concluiu seu mandato no dia 31 de janeiro de 1983. Foi o
primeiro tesoureiro da Câmara Municipal de Apodi. JOÃO MOREIRA foi um bom
filho, um bom pai e bom esposo, como
também foi um excelente político, antes e depois de seu mandato no período de
1977 a 1982. De acordo com os seus filhos, ele foi e sempre será o orgulho de
suas vidas e que nunca vão deixar de amá-lo, tanto ele, como ela, Dona CLESIR.
JOÃO MOREIRA faleceu no dia 8 de
janeiro de 2013
JOSÉ DA SILVEIRA PINTO
Dr. Zé Pinto,natural de Apodi-RN, nascido a 30 de abril de 1928, formado em medicina, foi prefeito do Apodi, no período de 31 de março de 1958 a 31 de março de 1958. Depois se elegeu deputado estadual. Filho do saudoso Coronel Lucas Pinto e de Adalgisa Pinto da Silveira. Encerrou sua carreira política em 15 de novembro de 1968, quando naquele pleito eleitoral municipal tentou retornar a Prefeitura, porém, foi derrotado por Valdomiro Pedro Viana, candidato da ARENA 1, com os seguintes resultados: Valdemiro obteve 2.985 e Dr. José Pinto, com 2.446, com uma maioria 538 sufrágios em prol de Valdomiro. O vice do candidato vitorioso foi Julio Marinho, enquanto, a do derrotado foi Maria Romana Leite, natural de Apodi, nascida 22 de abril de 1925 e falecda no dia 16 de setembro de 2009, filha de Luiz Victor de Barros e Abília Romana Leite. Era casado com MARIA ZILAR HOLANDA PINTO, pai de um filho: FLÁVIO HOLANDA . Dr. José Pinto faleceu no dia 26 de janeiro de 2013
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SANTA LUZIA

NOSSA QUERIDA E AMADA SANTA
CLAUDINA PINTO

DONA MANA PINTO

MARIA FRANCISCA PINTO GOMES E ARAÚJO. Conhecida popularmente por “MANA PINTO”, natural de Apodi, nascida a 21 de agosto de 1948, filha de João Gomes da Costa Letice Pinto Gomes. Professora. Faleceu no dia 13 de agosto de 2012
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SEBASTIÃO PAULO

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