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sexta-feira, 10 de abril de 2009

CANDIDATOS DERROTADOS - prefeito e vice

CANDIDATOS DERROTADOS

A seguir conheça os dados biográficos de candidatos a prefeito e vice-prefeito que disputaram eleições em Apodi e que nunca foram eleitos a esses cargos, desde 1948 a até a presente data


RAIMUNDO GURGEL DA NÓBREGA, nasceu na então povoação de Pedras de Abelha, atual cidade de Felipe Guerra-RN, na época município de Apodi, no dia 22 de agosto de 1906 e faleceu em Mossoró a 26 de julho de 1957 e sepultado em sua terra natal. Filho de TILON GURGEL DO AMARAL (07/01/1881 – 23/07/1968) e de e Josefa Dalila Gurgel. Casou-se com Naide Gurgel do Amaral.


JOÃO DE DEUS FERREIRA PINTO, natural de Apodi, nascido em 8 de março de 1892 e falecido em 17 de fevereiro de 1978, filho de Miguel Ferreira Pinto e Izabel Zenóbia Pinto Era casado com Zulmira Dantas Pinto. João de Deus foi candidato a vice-prefeito por duas vezes, a primeira vez foi nas eleições municipais de 7 de dezembro de 1952, na chapa encabeçada por Raimundo G. da Nóbrega, ambos foram derrotados pelos seus opositores: Dr. José Pinto e Júlio Marinho de oliveira, na segunda tentativa foi na chapa de Custódio Dantas da Silva, no pleito eleitoral de 1º de janeiro de 1958, e novamente foi derrotado pelo seu opositor Izauro Camilo de Oliveira. Casado com Zulmira Dantas Pinto.


CUSTÓDIO DANTAS DA SILVA, Auditor Fiscal, natural de Apodi, nascido em 3 de maio de 1915 e falecido em 20 de dezembro de 1991, filho de Manoel Custódio Dantas (25/01/1875) e Raimunda Dantas da Silva (12/09/1895 – 17/03/1962), casado Francisca Diógenes Pinto, filha do coronel Francisco Ferreira Pinto e de Maria Salome Diógens Pinto. Custódio foi a primeira pessoa apodiense a enfrentar ao grupo político da aligarquia pinto, ao se candidatar-se ao cargo de prefeito no pleito eleitoral do dia 5 de janeiro de 1958, juntamente com seu companheiro de chapa, o senhor João de Deus Ferreira Pinto, enfrentando o seu próprio cunhado, o senhor João Ponto. O senhor Custódio conquistou 1090 votos, pela legenda da UDN, enquanto, seu cunhado, o vencedor, obteve 1.709 votos, pelo partido do PSD. João Custódio nas eleições de 1955 foi candidato a deputado estadual tendo sido eleito, porém, não tomou posse tudo porque os cartolas da política na época tomaram o seu mandato. Ele foi parabenizado pelo próprio juiz eleitoral pela sua vitória, já que o coeficiente eleitoral era de 5 mil votos e ele foi o candidato mais votada de sua coligação, mas para dar o mandato a outro candidato foi feito uma trama no sentido de aumentar o coeficiente para 5,500 votos, daí como a coligação de Custódio não havia conquistado esse número votos, o mandato foi para outra coligação. Decepcionado com a política e com os políticos, abandonou-os, dedicando apenas ao zelo e probidade de sua trajetória pessoal e familiar.


OS FILHOS DE CUSTÓDIO: FRANCISCO DANTAS PINTO; ALFEU DANTAS PINTO, nascido a 17/11/1943, casado com MARIA ZELIA FREIRE PINTO, natural de Apodi, nascida a 5 de maio de 1952, filha de Francisco Paulo Freire e Benedita Ferreira Freire, com duas filhas: ARIANE FREIRE PINTO MARINHO, natural de Apodi, casada com o Dr, Mário Willys Moreira Marinho, natural de Apodi, nascido a 19 de agosto de 1967, filho Mário Marinho da Mota e e Antonia Moreira Mota; e ALINE FREIRE PINTO, nascida em 18/7/78; ANTONIA DANTAS PINTO,MARIA DANTAS PINTO (MARIINHA),JOSÉ DANTAS PINTO,PAULO DANTAS PINTO,REJANE DANTAS PINTO,FÁTIMA DANTAS PINTO,JORGE PINTO, e FERNANDO DANTAS PINTO.

Dr. NEWTON PINTO - 1934, natural de Apodi, nascido em 4 de fevereiro de 1926 e falecido em Natal em 18 de março de 2002, filho de Lucas Pinto e de Adalgiza Pinto da Silveira.

Sob os aspicios e orientação do pai, Cel Lucas Pinto, Newton Pinto ingressou na política, tendo sido eleito deputado estadual durante 3 legislaturas, no período de 1951 a 1963.

Formou-se em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em direito pela Faculdade de Alagoas, 8 de dezembro de 1956.

Foi o 73º Presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, prestando compromisso constitucional em 21 de março de 1975;

Por falta de estratégica política, amargou uma derrota em 7 de outubro de 1962, disputando para prefeito do Apodi com o mascador de fumo Izauro Camilo de Oliveira (5/7/1906 – 25/2/1990), que obteve 2.096 votos, contra 1.932 sufrágios de Newton Pinto, perdendo a campanha por uma diferença de 164 votos.

E o patrono da cadeira nº da Academia Apodiense de Letras, fundada em 23 de março de 2006.

- Vice - MARIA ROMANA LEITE – “MARIA DE ABÍLIA” – natural de Apodi, nascida em 22 de abril de 1925, filha de Luiz Victor de Barros e de Abília Romana de Oliveira (falecida em 16/09/1969). Exerceu a função de Tabelião do 2º Cartório Judiciário de Apodi, no período de 16 de junho de 1955 a 23 de fevereiro de 1981. É membro da Academia Apodiense de Letras, cadeira nº cujo patrono é o Dr. Newton Pinto. Faleceu no dia 9 de agosto de 2008


FRANCISCO PAULO FREIRE, natural de Apodi, nascido em 18 de janeiro de 1927, FILHO DE FRANCISCO EDUARDO FREIRE e de FRANCISCA CRISTINA FREIRE casado com BENEDITA FERREIRA FREIRE, natural de Catolé do Rocha-PB, nascida em 8 de março de 1933, filha de Miguel Ferreira de Araújo e de Maria Antonia com os seguintes filhos: Dr. LUIZ GONZAGA FREIRE, nascido em 21 de junho de 1956, casado com Inalda Maria da Silva Freire; FRANCISCO PAULO FREIRE FILHO, nascido em 17 de agosto de 1959, casado com a Dr. Maria Solange e Souza, natural de Apodi, nascida em 3 de janeiro de 1960, filha de Luiz Antonio de Souza e de Maria Necy Noronha e Souza; TARCÍSIO PAULO FREIRE, casado com Raimunda Ferreira Freire, natural de Apodi, nascida em 5 de outubro de 1962, filha de Francisco Joaquim de Sales(23/11/1914 – 07/12/1987) e de Raimunda Ferreira Silva (01/05/1918), com os seguintes filhos: FRANCISCO PAULO FREIRE NETO, nascido em 20 de setembro de 1982; MARIA ZELIA FREIRE PINTO, nascida em 5/5/52; casada com Alfeu Dantas Pinto, natural de Apodi, nascido em 17/11//43, filho de Custódio Dantas Pinto e de Francisca Diógenes Pinto, com os seguintes filhos: ARIANE FREIRE PINTO MARINHO, nascida a 19 de agosto de 1967, casada com o Dr. Mario Willys Moreira Marinho, natural de Apodi, nascido em 19 de agosto de 1967, filho de Mario Marinho da Mota e de Antonia Moreira Mota, com os seguintes filhos: WILLIS FREIRE PINTO MOREIRA MARINHO (08/08/1998) e MARIANNE FREIRE PINTO MOREIRA MARINHO (05/09/2003) e ALINE FREIRE PINTO, nascida em 18/7/78; MARIA NEIDE FREIRE DE ARAÚJO, nascida em 15 de janeiro de 1963, casada com FRANCISCO BATISTA DE ARAÚJO, natural de Caicó-RN, nascido em 28 de fevereiro de 1955, filho de Celso Maurício da Silva e de Benedita Laurinda de Araújo. Bancário, funcionário aposentado do Banco do Brasil, agência de Apodi, e comerciante, proprietário do Posto Cidade, nesta cidade de Apodi, ANTONIO CRISTIAN FERREIRA FREIRE, nascido em 20 de novembro de 1975; e JAIRO CESAR, nascido em 16 de julho de 1974, radialista da Rádio Vale do Apodi (1030 kHz), de propriedade do ex-deputado federal Ney Lopes, inaugurada em 23/6/2002.


- Vice - CELSO MARINHO DE OLIVEIRA, natural de Apodi-RN, nascido em 25 de outubro de 1936, filho de Júlio Marinho de Oliveira (11/10/1911 – 05/11/1992) e de Abília Marinho de Oliveira (09/04/1911). Era casada com Maria Diógenes de Oliveira, nascida em 14 de dezembro de 1931, filha de Valdemiro Custódio de Oliveira e de Cecília Diógenes de Carvalho, com os seguintes filhos: FRANCISCO ELIESIO MARINHO, FRANCISCO ERIVAN MARINHO, CELSO MARINHO JÚNIOR, CARLOS KLEBER MARINHO, ENAY MARINHO DE OLIVEIRA, HELOIZER MARINHO DE OLIVEIRA, ANTONIA EDNA DE OLIVEIRA e EDNEIDE MARINHO DE OLIVEIRA. Celso Marinho foi eleito vereador em 01/01/1958. No pleito eleitoral de 7 de outubro de 1962 não conseguiu sua reeleição, galgando a suplência e assumiu em 18 de fevereiro de 1963. Foi o primeiro vereador a presidir a Câmara Municipal de Apodi. Na época quem assumia automaticamente a presidência do Legislativo era o vice (No Governo Federal, o vice-presidente, no Governo Estadual, o vice-governador, e no Governo Municipal, o vice-prefeito). Celso Marinho foi o responsável pela cassação do prefeito João Pinto. É patrono de Rua localizado no Bairro do Caic. Faleceu em 21 de agosto de 1995. O Vereador Celso Marinho de Oliveira, O vice de João Pinto, Isauro Camilo, teve que desincompatibilizar em 01 de maio de 1962, para se candidatar-se a prefeito, o qual tendo sido eleito, daí quem assumiu a presidência da Câmara Municipal foi Celso Marinho, que permaneceu até 31 de março de 1963.

Vice - GERALDO DE FREITAS REGO


BENEDITO JOSÉ DE MORAIS, natural de Apodi, nascido em 23 de março de 1923, filho de José Gomes de Morais, este filho de José Severo de Morais e de Caçula Cordeiro da Conceição; e de Isolina Maria Soares, esta filha de Delfino Duarte e de América Gomes Duarte. Casou-se em 1939 com Iracina de Oliveira Rodrigues, com os seguintes filhos: BENEDITO DUARTE DE MORAIS, VANCIR DUARTE DE MORAIS (10/7/49) VILCIMAR DUARTE DE MORAIS, VERA LÚCIA DUARTE DE MORAIS (01/01/1961), FRANCISCO DUARTE NETO. Casou-se em segundas núpcias com ANTONIA MARIA DE BRITO, natural de Caraúbas. Benedito foi o primeiro candidato derrotado na cidade de Felipe Guerra, no pleito eleitoral de 24 de janeiro de 1965, perdeu para o Dr. Eilson Gurgel.

- Vice - MANOEL ANTONIO DE SOUZA, conhecido popularmente por “MANOEL GALDINO” natural de Apodi-RN, nascido a 25 de dezembro de 1931 e faleceu a 15 de julho de 2000, filho de Antonio Galdino de Souza (10/05/1855 – 51/01/1954) e de MINERVINA DE OLIVEIRA SOUZA (02/05/1897 – 26/04/1954). Exerceu a presidência do Diretório Municipal do PMDB em dois períodos Foi presidente da Câmara Municipal de Apodi no período de 01 de janeiro de 1981 a 31 de dezembro de 1982. Era casado com FRANCISCA DOS SANTOS SOUSA, conhecida popularmente por Dona Chiquinha, com os seguintes filhos: PAULO ERIVAN DE SOUZA (08/06/1957), ANTONIO EVANDO, FRANCISCO EDGAR, ELMO, JOSÉ EUDES DE SOUZA (18/11/1960), EVANDO PAULO, MANOEL EDSON, MAGNA MARIA DE SOUZA (06/03/1965), MAGNÓLIA e MÁRCIA. Foi um dos baluartes da oposição apodiense e sempre defendia os menos favorecidos


- PEDRO TERCEIRO DE MELO, natural de Apodi, nascido 25 de julho de 1956, filho de Luiz Gonzaga de Melo (24/6/1924) e de Anailde Freitas Melo. Casado com a Dra. Marise Maria Holanda de Melo, natural de Apodi, nascida a 2 de agosto de 1960, filha de Francisco Holanda Cavalcante (8/11/1918) e de Maria do Carmo Maia Holanda (21/7/1929). Empresário bem sucedido no ramo de material de construção e proprietário da Cerâmica T. Melo, situada no Sítio Bico Torto, no município de Apodi. Exerceu a presidência da Câmara Municipal no período de 01 de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1994. Terceiro Melo por duas vezes tentou chegar no topo da política apodiense, a primeira foi em 15 de novembro de 1982, pelo PMDB, com 1.225 votos e seu companheiro de chapa foi o senhor Manoel MENDES DE Freitas, conhecido popularmente por MELINHO e em 3 de outubro de 1996, pela legenda do PSDB, com apenas 149 votos e o candidato a vice-prefeito foi o professor João Bosco Gomes.


Vice - MANOEL MENDES FREITAS, conhecido popularmente por “,MELINHO MATIAS”, nascido a 2 de julho de 1930, no sítio baixa Verde, município de Apodi-RN, filho de Francisco Matias Mendes e Maria Salomé do Rosário. Casou-se em 14 de julho de 1962, há 46 anos, com a professora MARIA NATIVIDADE GURGEL DE FREITAS, com os seguintes filhos: GILBERTO MENDES GURGEL DE FREITAS CARVALHO, GIDÉIA, GERUSA E ZÉLIA.

Como sobrenome de solteira de sua mãe era Melo e ele era muito magrinho seus irmãos começaram a lhe apelidar de “MELINHO”.

No ano de 1931 Melinho passou a residir no sítio Campos Velhos, município de Taboleiro do Norte, Estado do Ceará, com seus pais e irmãos, onde ficaram até 1940, quando mudaram para o povoado de Poço de Tilon, município de Apodi.

Em 1942 viajou com seus genitores para o município de Capinzal, no Estado do Maranhão. Mesmo adolescente trabalhou em estrada de rodagem, tendo adquirido muitas noções de vida naquela atividade4.

Em 1946 retornou com a família, do Maranhão para o sítio Poço de Tilon, de onde saíram para a Fazenda Bravas, também em Apodi.

Em 1948, com 18 anos de idade, na comunidade de Melancias, aprendeu a fazer sapatos com Xavier.

Quando surgiu a construção da BR 405-Mossoró-RN a Sousa-PB, em 1951, entrou como “tarefeiro”. Construiu um trecho da rodovia na localidade de Baixa Grande e, depois, fez o aterro que liga a BR a ponte de Apodi(onde ficam asa comportas da Lagoa). Terminado o serviço da BR 405 Melinho Matias foi estagiar em Natal, durante dois meses como tratorista. Concluído o estágio foi trabalhar na Fazenda Simão, de propriedade de Chico Martins, no município de Assu-RN, trazendo dois tratores novos, marca Massey Fergusson. Como naquele ano foi um ano seco danificou as máquinas pesadas e retornou a sua terra natal.

Em Apodi começou a confeccionar sapatos. Em 1952 fez uma pequena economia e iniciou uma compra de arroz na localidade de Apanha Peixe, já na divisa com o município de Caraúbas, escopando no Formento, em Apodi e vendendo na então Vila e atual cidade de Umarizal-RN.

Com a venda do arroz Melinho aumentou seu capital e, nos anos de 1953 a 1955 passou a viajar em carro fretado para os Estados do Maranhão, Piauí, Ceará e outros estados nordestinos, tendo assim conseguido aumentar a margem de lucro.

Em 1958, comprou um caminhão, em sociedade com seu irmão José Mendes de Freitas, e continuou viajando, dessa vez pegando frete. Sobreveio uma crise no ramo e resolveu a deixar o transporte parado por falta de recursos.

Em 1959 a convite de um amigo, contratou oito homens, entre eles: Manoel Maria da Santa Rosa e foram para São Raimundo Nonato, no Estado do Piauí, trabalhar numa estrada de rodagem. Colocou o caminhão no trabalho, mas decorridos apenas quatro dias, a firma suspendeu os serviços por falta de verba.

Do Piauí deslocou-se para o Pernambuco, mas precisamente para o município de Petrolina e passou a transportar boi para o Caruaru-PE.

Atendendo a informação de um amigo foi para a cidade de Imperatriz-MA, trabalhar na rodovia federal Belém Brasília. No primeiro frete foi batido o motor do caminhão. Deslocou-se para São Luís-MA, onde compraram todas as pelas necessárias. O mecânico do acampamento botou o material a perder. Com muita dificuldade conseguiu chegar a Imperatriz. Retirou o motor do caminhão e transportou para Terezina, capital do Paiaí, onde foi feito o serviço, e retornou para Imperatriz onde havia ficado o transporte. Colocou o motor e viajou para Bacabal, também no Estado do Piauí, e de lá para o nosso querido e amado Rio Grande do Norte. No percurso teve tantas dificuldades que, em pleno inverno, num trecho de apenas oitenta léguas(480 quilômetros) – de Imperatriz até Presidente Dutra, gastou quatorze dias de viagem.

Foi membro fundador em Apodi, dentre outras coisas, da Congregação Batista Brasileira, fundada em Apodi pelo missionário Lou Chocler, em 1960, e depois, juntamente com sua querida e amada esposa Dona Maria Natividade, da Igreja Batista de Apodi, fundada em 7 de setembro de 1962.

Em 1962 foi convidado pelo saudoso professor Robson Lopes (22/8/1927 – 28/12/1991) para estudar na Escola Particular Felinto Alves, na qual exerceu a presidência do Grêmio Estudantil, quando empreendeu uma campanha pela recuperação daquele estabelecimento de ensino – ameaçado de fechar por dificuldades financeiras, junto ao alunado e à comunidade em geral. Conseguiu pleno êxito em seu objetivo. Após a quitação dos débitos com os professores, viajou à Fortaleza-CE, junto com Robson Lopes, para comprar material elétrico – artigo que não existia no comércio apodiense, com a finalidade de melhorar a iluminação das salas de aula.

Melinho sempre valorizou muito o estudo. Ainda na Escola Felinto Alves, teve que cursar, mesmo sem ter sido reprovado, dois anos seguido a mesma série – a penúltima – para não parar de estudar devido a falta de ofertas do último ano do antigo curso ginasial que por causa disso só concluiu em 1966.

Depois como não pode mais sair de Apodi para estudar fora, teve que esperar até 1977, quando começou a primeira turma do então 2º grau, atual ensino médio, na Escola Estadual Professor Antônio Dantas, da qual Melinho faz parte, tendo participado da primeira formatura de auxiliares de escritório da cidade.

Com a chegada a Apodi do pastor Diomédio Alves, fundaram, em 1965, a APAVAP-Associação dos Pequenos Agricultores do Vale do Apodi, da qual Melinho foi vice-presidente na primeira diretoria. A idéia era transformá-la em uma cooperativa

No ano de 1966 ingressou, juntamente com outros amigos, como sócio fundador da FUNDEVAP – Fundação para o Desenvolvimento do Vale do Apodi, apoiando o Padre Pedro Neefs e assumiu o cargo de diretor do Museu.

Quando saiu o registro da cooperativa, no dia 2 de setembro de 1967 – data oficial de sua fundação, ele já trabalhava para ela há cerca de três anos sem receber nada em troca, sustentando sua família com a atividade de sapateiro e a ajuda de sua esposa. Passou então sua sapataria para seu irmão Didi e seu cunhado Antonio Ferreira, passando a dedicar exclusivamente à cooperativa.

Passou a chamar CACAL-Cooperativa Agrícola dos Cerialistas de Apodi LTDA, na diretoria da qual acumulou as funções de vice-presidente e gerente. Sendo ali uma espécie de faz-tudo, realizando trabalhos de cabeceiro, contador, veterinário, mecânico e etc.

Na cooperativa trabalhou durante quatorze anos, alguns sem remuneração, e ao sair dela – que já se chamava COOPERMIL e estava espalhada por vários municípios da região – fundou a Casa Mendes, uma farmácia veterinária com a qual ajudou muitos criadores salvando vários animais de Apodi e de outros municípios vizinhos.

Melinho Matias sempre participou da política apodiense, estando sempre ligado ao mesmo partido, tendo mudado apenas as siglas. Foi membro fundador do antigo MDB-Movimento Democrático Brasileiro, que depois passou a se chamar PP-Partido Popular, atual PMDB-Partido do Movimento democrático Brasileiro, atualmente presidido pelo Klinger Pinto.

Ele foi vice-predidente do PMDB no período de 1981 a 1983, na gestão do presidente Manuel Antonio de Souza, o saudoso Manuel Galdino (25/12/1931 – 15/7/2000), e presidente por duas vezes, de 1985 a 1988, teve como vice-presidente Manoel Galdino; e de 1988 a 1990, teve como vice-presidente o comerciante Francisco Chaves Sizenando Filho – “Titico de Chavinha” (04/3/1963 – 02/6/2008).

Juntamente com outros companheiros leais como Antonio da Torrefação, Manoel Galdino, sua esposa, Dona Natividade, seu irmão João Matias, Pintinho e tanto outros, seguraram com unhas e dentes a bandeira do partido nos anos difíceis de derrotas, perseguições e poucas alegrias.

Em 1976 foi convidado pelos deputados Henrique Alves e Chico Rocha para ser candidato a prefeito de Apodi pelo MDB nas eleições de 15 de novembro. Reconhecendo a capacidade do jovem médico José Pinheiro Bezerra não aceitou e levou o partido, quase em peso, a apoiar sua primeira candidatura a prefeito pela sublegenda da ARENA II.

Nas eleições de 15 de novembro de 1982, para resolver um impasse criado dentro do partido e manter sua unidade viveu um fato inédito na política apodiense, talvez, na brasileira. Foi candidato a vice-prefeito de três candidatos a prefeito – BENEDITO JOSÉ DE MORAIS (1.759 VOTOS), MANOEL ANTONIO DE SOUZA (1.361 votos) e PEDRO TERCEIRO DE MELO (1.225 VOTOS), totalizando assim 4345 sufrágios.. Porém, o povo de Apodi preferiu eleger o saudoso Hélio Morais Marinho e seu companheiro de chapa, o Dr. Ivo Freire, que obtiveram 4.885 votos.

Com a eleição do governador Geraldo Melo, em 15 de novembro de 1986, derrotando o candidato da situação, o professor João Faustino Ferreira Neto, e a conseqüente distribuição de cargos públicos que se seguiu por uma questão de coerência com seus princípios morais não nomeou um único familiar.

Como presidente do Diretório Municipal do PMDB, foi responsável pela vinda do Dr. José Pinheiro Bezerra – que estava afastado da política – para o PMDB e a sua segunda candidatura a prefeito em 15 de novembro de 1988., tendo como candidato a vice-prefeito o ex-prefeito Valdomiro Pedro Viana. Embora o partido não tenha logrado êxito naquela oportunidade, identificou ali a semente para as merecidas vitórias conquistadas pelo Dr. Pinheiro: 3 de outubro de 1992, derrotando o Dr. Ivo Freire de Araújo, em 3 de outubro de 1996, fazendo seu sucessor, Evandro Marinho de Paiva, derrotando Fábio Soares; em 1º de outubro de 2000, com seu segundo mandato, derrotando o ex-prefeito Simão Nogueira Neto; em 3 de outubro de 2004, com sua reeleição, derrotando dois ex-prefeitos, Vandinho e Simão.

Atualmente aos 78 anos de idade. Encontra-se afastado da política apodiense, porém, pode ver no Apodi vários de seus sonhos realizados: Faculdade, emissoras de rádio, eletrificação rural, barragem, de Santa Cruz, Casa de Cultura, Fórum Municipal, Companhia de Polícia Militar e até uma unidade do Cefet. Falta a avenida urbanizada à beira da lagoa e a irrigação da Chapada. Ele alerta que é preciso seguir sempre em frente. O progresso é filho dos sonhos e do trabalho dos homens de bem.

Hoje estando com 73 anos de idade, aposentando, reside com sua companheiras no Sítio Poço verde, próximo à Barragem de Santa Cruz. Apesar de todas as dificuldades que já passou, criou sua família com o suor de seu trabalho, ensinando-lhes que só vale a pena progredir na vida à custa do próprio esforço. Quem constrói um patrimônio ilicitamente termina pagando caro, e o pior, sempre paga com juros altos, e para complicar, a dívida é quitada na velhice, quando o devedor encontra-se sem forças de reagir para o trabalho honesto, daí muitas das vezes paga preso na própria cama, cujas portas e janelas totalmente abertas, mas acamado e muito doente, sem poder alevantar-se nem sequer pode fugir, apesar de encontra-se sozinho, sem polícia e família. A LEI DIVINA É CORRETA. QUEM FAZ AQUI, PAGA AQUI. Quem já viveu a idade de Melinho já viu muitos desses exemplos de vida e com certeza pode transmitir para os jovens de hoje que na maioria procura enveredar pelo caminho do mundo do crime, cujo final é de chegar na cidade de Pés Juntos ou na cadeia.

Seu Melinho apesar de sua idade ainda continua trabalhando de sol a sol, como sempre fez desde menino, sem ser pesado a ninguém.

FONTE: Gilberto, seu filho.


EDIMILSON LOPES JÚNIOR, conhecido popularmente por “FENÔNIMO”, natural de Apodi, nascido a 20 de setembro de 1962, filho de Edmilson Lopes de Oliveira , vulgo NENEM LOPES, natural de Apodi, nascido a 19/08/1930, filho de Joaquim Lopes de Oliveira e Quitéria Soares de Oliveira; e de Rita Gomes de Oliveira, natural de Apodi, nascido a 30 de agosto de 1930, filha de Aristófanes Gomes de Oliveira e Inácio Gomes de Oliveira. Começou a estudar com sete anos com sua mãe e posteriormente estudou na Escola Estadual Gerson Lopes. Concluiu o ensino médio na Escola Estadual Professor Antonio Dantas, em Apodi. Em 1978 foi o segundo colocado no vestibular de Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Com mestrado e doutorado em sociologia. Atualmente é professor da UFRN, em Natal. Antes havia sido professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus de Mossoró, porém, em 2002, devido a política foi exonerado do cargo de professor na UERN. Na época o Reitor Valter Fonseca queria que ele votasse em Fernando Bezerra, como ele votou em Vilma de Faria, logo perdera o emprega, mas em seguida ingressou na UFRN. Na realidade a vingança de Valter Fonseca foi de água abaixo, já que Edmilson Lopes saiu de uma universidade estadual e passou para uma federal. Primeiro candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores em Apodi, cujo pleito eleitoral foi realizado no dia 15 de novembro de 1982, e ele conquistou apenas 23 votos. Em 1986 foi candidato a deputado estadual pela legenda do PT, conquistando apenas 660 votos, somente em Apodi. Na época, Chico Paulo comentou o seguinte: “como é que pode, Edmilson Lopes, sem dinheiro, conquistou mais votos do que o meu candidato e eu gastei um montão de dinheiro. Edimison Lopes uma das cabeças mais pensantes do nosso querido Apodi. Apodi realmente na gosta de pessoas inteligentes, a prova disso que nunca elegeu uma pessoa intelectual, apesar de ter tido várias oportunidades, como por exemplo, além de Edmilson Lopes, temos: Edivan Pinto, José Evangelista, Manoel Georgino, Indinha, João Bosco. Pela perspectiva o apodiense por um longo tempo vai continuar não elegendo cabeças pensantes. Até a presente data, infelizmente, o PT apodiense ainda não conseguiu eleger ninguém. O companheiro de chapa de Edmilson Lopes foi o senhor Natalício Jorge.


- Vice - NATALÍCIO JORGE DA SILVA, natural de Exu-PE, nascido a 22 de fevereiro de 1924, filho de Jorge Francisco da Silva e de Rosa Maria da Conceição. Em 1933, com nove anos de idade, deixou sua terra natal e foi residir com seus genitores na cidade de Barbalha, no Cariri cearense, residindo naquela cidade até 1942, quando transferiu-se para Iguatu, no mesmo estado. Em 23 de junho de 1945 chegou no sítio Carpina, no município de Apodi. Naquela comunidade conheceu a apodiense Adalgisa da Conceição, nascida a 13 de setembro de 1934, filha de José Antonio do Nascimento e Regina da Conceição, cujo matrimônio foi registrado em 29 de abril de 1948. Desse consórcio nasceram 21 filhos, sendo que desse número atualmente apenas 11 estão vivos, são eles: JOANA ADALGISA DA SILVA, ANTONIO JORGE DA SILVA, MARIA LUISA DA SILVA, JOANA DALGISA DA SILVA, MARIA APARECIDA DA SILVA, CONRADO JORGE DA SILVA, FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA, JOSÉ RAFAEL DA SILVA, LUZIA ADALGISA DA SILVA. Seu Natalício residiu no sítio Carpina, de 1945 a 1995, passando a residir na Rua Manoel Pedro Viana, no bairro Lagoa Seca, em Apodi. Em 3 de junho de 2006 retornou a residir na mesma casa na comunidade Carpina. Ele é evangélico da Igreja de Cristo desde 15 de junho de 1985. Quando aceitou Jesus o pastor de sua igreja era o senhor Antonio Dantas. Mesmo sendo um homem de poucas letras, tendo em vista que foi a escola, ainda em sua terra natal , por poucos dias, mas mesmo assim aprendeu a ler e escrever por conta própria, ou seja, sem ir a escola. Chegou por diversas vezes a conduzir cultos de sua religião. Natalício por duas vezes foi candidato a vice prefeito, a primeiro foi no pleito eleitoral de 15 de novembro de 1982, na chapa encabeçada por Edmilson Lopes Júnior e em 2000 juntamente José Evangelista Gomes, ambas com derrotas. Foi um dos fundadores no ano de 1961 do Sindicato dos Trabalhadores de Apodi. Por diversas vezes recebera convite para se candidatar ao mandato de vereador, não aceitando.

Vice - EDIVAN PINTO, natural de Apodi-RN, nascido a 7 de novembro de 1961, filho de Francisco Otaviano Pinto e de Francisca Diógenes Pinto. Como filho de agricultor, desde cedo, começou seu trabalho na lavoura. Cursando o ensino fundamental na Escola Estadual Gerson Lopes e o ensino médio na Escola Estadual Professor Antônio Dantas, ambas na cidade de Apodi. Sempre trabalhando e estudando, formou-se em geografia, Licenciatura Plena, na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus de Mossoró, com mestrado “Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente”, pelo PRODEMA.

Em 1982 foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no município de Apodi, sendo que na campanha política daquele ano foi candidato à vice-prefeito na chapa encabeçada pelo petista Edmilson Lopes, ambos conseguiram uma pequena quantidade de votos, apenas 23 sufrágios. Em 1988 foi novamente candidato a vice, dessa vez na chapa encabeçada pelo músico Manoel Georgino do Carmo

É casado com Gláucia Cavalcante da Silva, pai dos seguintes filhos: EDIVAN DA SILVA, ARUSA RAYANA M. PINTO e DANIEL VITOR CAVALCANTE PINTO

- FÁBIO SOARES LINS, natural de Apodi, nascido a 4 de janeiro de 1954, filho e MARIA VIEIRA DE OLIVEIRA

Vice - JAIME HINDEMBERGUE FERREIRA DE SOUZA, conhecido popularmente por “INDINHA DA POLÍCIA FEDERAL”, natural de Apodi-RN, nascido a 27 de janeiro de 1955, filho de Bethemburgo Ferreira de Souza , natural de Apodi, nascido a 27 de janeiro de 1927, filho de Manuel Ferreira dos Santos e Maria Madalena de Souza; e de Adevina Ferreira de Souza. Além de ter sido candidato a vice-prefeito na campanha eleitoral de 1996, derrotado por Tibúrcio Marinho. Indinha também foi candidato a vereador, sem êxito, isto aconteceu nos anos de 2000 e 2004, com o número 33.124 (PMN). O povo de Apodi realmente não sabe escolher seus bons representantes, tendo em vista que INDINHA é uma ótima pessoa e pode fazer algo de importância para os apodienses. Alias, ele, sem mandato já faz muito em prol do povo de Apodi. Ataulmente Indinha encontra-se na inatividade e é novamente candidato a vereador.


JOSÉ EVANGELISTA GOMES, natural de Apodi-RN, nascido a 28 de agosto de 1964, filho de José Gomes Filho e de Sebastiana Moreira Gomes de moura. Casou-se em 5 de janeiro de 1987, com MARIA CREUZA ALVES GOMES, natural de Apodi-RN, nascida a 10 de julho de 1961, filha de Aderaldo Alves Diniz e de Isabel Quirino, com dois filhos: VAVY SANDINO DINIZ GOMES (27/01/1989) e JARWA SATIRA DINIZ GOMES (27/02/92). É formado em contabilidade pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus de Mossoró, com diploma expedido em agosto de 1993, com escritório de Contabilidade na Rua São João Batista, Centro, na cidade de Apodi. O companheiro de José Evangelista foi o senhor Natalício Jorge.


- VICE - JOÃO BOSCO GOMES, natural de Apodi, nascido a 21 de maio de 1966, filho de Raimundo Gomes e Isabel de Oliveira. É o atual presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Apodi, desde 7 de outubro de 2001.

É professor da Escola Estadual Genida Gama e da Escola Municipal Maria de Lourdes, ambas em Apodi. Tem uma longa trajetória política, iniciada no movimento estudantil universitário, sendo presidente do CCE da UERN, na gestão 1989/90.

Militante ativo e fundador do Partido dos Trabalhadores no município de Apodi, em 1982; e dos movimentos sociais, apoiando e participando de todas as lutas que ocorram em Apodi, como: sem terra, sem teto, funcionários públicos, meio ambiente e implantação do CEFET e a UFERSA, estudantes e associações de Pequenos Produtores Rurais.

Atualmente é presidente do Sindicato dos Servidores Municipais e diretor do SINTE-Sindicato dos Trabalhadores na Educação.

Foi candidato a vereador em 2000, não logrando êxito, mas é jovem, com muitas idéias, experiente, simples e humilde, dispensando atenção a todos que o procura. Grande batalhador pelo desenvolvimento de sua terra, em todos os aspectos, principalmente, na educação. Em 2004 novamente tentou se eleger vereador, mas infelizmente, o eleitor apodiense não tem visão, preferindo continuar batendo na mesma tecla, tecla essa velha e ultrapassada que não escreve mais nada.

GILBERTO VERISSIMO TORRES, natural de Apodi, nascido em 8 de fevereiro de 1968, filho de Francisco de Souza Veríssimo e de Isabel Francisca da Conceição. Duas vezes candidato a deputado estadual, em 200º conquistou mais de 8 mil votos e em 2006 conquistou mais de 3 mil votos em Apodi. Os votos de 2002 foram chamados de votos de protesto. Em 2004 foi candidato a prefeito pelo Apodi, pelo PT, galgando uma pequena quantidade de votos, apenas 377 sufrágios.

Gilberto iniciou sua militância em 1984, na diretoria do grêmio estudantil da Escola Estadual Antônio Dantas, onde foi criador do JOEAP/JOCAP.

No movimento estudantil secundarista participou da comissão oestana pró-grêmio, e pró-democratização das escolas públicas. Organizou os ENJESOS – Encontro da Juventude Estudantil Secundarista Oestana, nas cidades de Areia Branca, Janduís, Caraúbas e Apodi.

Em 1987 ingressou no Banco do Brasil, participando ativamente da luta dos bancários, sendo representante no RN na comissão dos bolsistas do BNB.

Em 1990, ingressou na UERN, em ciências sociais e foi eleito presidente do centro acadêmico e do CONSEP. Em 1992, foi diretor de imprensa do DCE.

Atualmente é presidente da ACENIS-Associação Cultural de Estudantes de Nível Superior, fundada em 14 de setembro de 1978, participando da comissão da defesa civil e cidadania, atuando na luta dos trabalhadores rurais, por política de convivência com a seca. Apoiou a luta dos sem teto, sem terra e é coordenador da Associação dos Motoqueiros de Apodi.


VICE – ANTONIO FLORÊNCIO NETO - ANTONIO CABRA, natural de Apodi, nascido em 11 de fevereiro de 1950, filho de Raimundo Cabral dos Santos ( 25/12/1925 – 13/7/2005), filho de Joaquim Cabral de Oliveira; e de Raimunda Martinha do Carmo, natural de Apodi, nascida em 25 de novembro de 1925 e falecida em 7 de maio de 2007, filha de Antonio Oliveira e de Carmina Caetano de Oliveira. Casado com MARIA GORETE MARINHO, nascida em 6 de março de 1955, de Julio Marinho de Oliveira e de Maria Abília de Oliveira, com os seguintes filhos: Manoel Claiton Cabral dos Santos, nascido em 11 de novembro de 1973, Maria Cláudia.

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